postado por Lisa Lips

Já ouviu falar da última boa sacada do SENAI? O projeto chama-se Portal SENAI Design e nasceu com tudo para tornar-se uma nova referência online para inspiração, estudos e pesquisas de tendências nos setores de vestuário, calçados, couro, acessórios e mobiliário.

O editorial é exatamente o que se espera quando alguém cita o nome SENAI: excelente! Ele é criado por uma equipe que envolve cerca de 100 profissionais e especialistas, todos trabalhando com apoio de instituições internacionais para mostrar o que andam fazendo de mais interessante, novo, ousado e abusado, não só no Brasil mas no mundo todo.

Só para dar um gostinho, olhem esta cadeira retrô que encontrei por lá na sessão de mobiliário:

Outra matéria que também gostei bastante foi “A gracinha do Indie”, que usou o CSS (Cansei de ser Sexy) como exemplo de estilo para moda jovem.

Na central de informações do portal tem a Central de Tendências: um prato cheio para pesquisas de design. Eu, por exemplo, que trabalho com webdesign e sempre busco inspiração em diversas áreas, encontrei esta sessão recheada de boas idéias em combinações de cores e texturas.

Não é de hoje que o SENAI é referência em qualidade de cursos profissionalizantes. O Portal SENAI Design só veio confirmar a competência que todo mundo já conhece e compartilhar um pouco do que eles têm de melhor com pessoas como eu e você. Vale a pena uma visita e aquela estrelinha nos seus Bookmarks. ;0)

Namoro virtual?

18.jul
2008
postado por Lisa Lips

Namoro virtual, sexo virtual, traição virtual… Esse mundo está mesmo perdido?

Não sei se o mundo está grande demais ou está difícil encontrar alguém dentro dele, só sei que de uma certa forma, acho bacana o fato de podermos conhecer pessoas do mundo todo, dentro dessa caixinha que é o PC.

Muitas pessoas que eu conheço, até se casaram com pessoas que se conheceram através de bate-papo ou comunidades de relacionamento. Sim e estão felizes! Encontraram pessoas bacanas. Já outras, vemos nos noticiários, pois conheceram pessoa não muito bacanas, aliás, houve mortes e agressões.

Manter um relacionamento virtual é como “o que os olhos não vêem o coração não sente”. Precisamos tocar, ver, abraçar…

Sexo virtual está mais para masturbação virtual do que sexo em si, pra mim sexo é tocar. Talvez para os meninos seja uma grande coisa, afinal, quando ainda não existia a internet, haviam as revistas masculinas e o banheiro. E para as meninas? Satisfaz?

Traição virtual é considerada traição? Esses dias navegando na internet, achei uma página de uma agência de investigação. Pois é, como eles descobrem a traição virtual? Eles investigam se a pessoa mantém contas de email, enfim, vasculham o PC da criatura em busca de mensagens. Que horror! A que ponto chega o ser humano.

Parece inofensivo manter relacionamentos virtuais e ao mesmo tempo, facilita a mentira. É tão fácil mentir e manter um perfil fake. Não estamos vendo a pessoa e a pessoa não nos vê. Não sabemos o que há do outro lado, sabemos só o que a pessoa nos escreve. Como saber se a pessoa mente sobre si? Se temos um pouquinho de lógica, podemos descobrir as conversas mais simples, tipo, o “mesmo papinho de sempre”. Em algum momento, a mentira cai por água abaixo.

“Uma mulher casada, infeliz com seu casamento, começa a usar programas de mensagens em busca de conversa. O marido não fala, chega em casa cansado, janta e dorme. Ela passa os dias sozinha, sem ter com quem conversar. A culpa não é do marido. Ela não trabalha fora, não tem atividades fora de casa, então sua mente pira. Ela começa a receber mensagens de homens. Um dia ela responde. Esse foi o seu fim. Ela envia uma foto e o homem começa a elogiar sua beleza e inicia-se a paquera. Ela a muito tempo sem sentir aquela paixão, é tomada por impulsos. Ela se encontra finalmente com o homem num motel. Com o primeiro, com o segundo, com o terceiro. Paixão, paixão. Fogo. Ela se encontra com um homem num shopping. Ela vai embora, desce até a garagem. O homem a segue. Outro homem aparece logo atrás. Os doia dominam a mulher e a possuem. Depois do serviço feito, eles batem nela, chutam seu rosto. Ela está desfigurada. O fogo se tornou dor. Ela perdeu não só sua vida, marido e filhos. Ela perdeu sua dignidade.”

Nem tudo são flores.

postado por Nick Nicks

Eu não sou mulher de chororô. Mas também não sou o tipo que sai por aí arrotando força e independência. Mentira. Ninguém é completamente independente. Ninguém dá conta do recado sozinho o tempo todo.

De tonta que era, de repente a mulher passou a assumir uma postura que foi tipicamente masculina por séculos e séculos. Aquela história de não demonstrar os sentimentos, segurar o choro, de ser a imagem da fortaleza humana, sabe?  De repente esta virou a imagem da mulher ideal.

Eu acho um saco tudo isso. Mulher Forte, para mim, é um estereótipo tão babaca quanto o da Mulher Frágil. Nenhum discurso de onipotência me convence, seja ele vindo de homens ou mulheres.

Dizem que as mulheres finalmente conquistaram seus direitos. Que direitos? O direito de representar um novo personagem? Porque hoje a mulher “ideal” tem que tirar desilusão de letra, não pode pedir atenção, nem sentir falta da companhia do namorado, nem mencionar insegurança com a própria aparência. Não, isto é coisa de “maricas”.  Nada de externar os próprios sentimentos, ok? Guarde para você, porque assim deve ser a mulher moderna: um homem do século passado.

Engraçado. Saímos de um extremo para o outro. E agora eu canso de ver os caras por aí achando o máximo esta história do Eu Posso Tudo, um discurso tão patético como um adolescente de 15 anos brigando com a mãe. Ao mesmo tempo, tão confortável para quem ainda vive conforme heranças comportamentais baseadas no egoísmo. Ou não é confortável estar com alguém que não precisa de atenção? Mulher que não precisa de atenção é o par ideal para o macho que só faz o que bem entende.

Não acredito em Príncipe Encantado, não fui educada para casar e ter filhos, não fui criada como um bibelô. Mas também não fui ensinada a ter vergonha das coisas que eu sinto, nem de falar sobre elas, por mais idiotas que pareçam, por mais idiotas que realmente sejam. Ninguém me ensinou a ter vergonha de mim.

Durante muito tempo os homens foram orientados a não lidar com as próprias inseguranças. O negócio era ignorar, já que elas não eram importantes. Agora a coisa mudou de lado e ainda por cima é Cool.

Só espero que a humanidade não acabe em silêncio absoluto, na superfície de todas estas coisas aparentemente idiotas. Desculpem, mas não são idiotas. Nada do que uma pessoa sente sobre ela mesma ou sobre o mundo pode ser idiota. Mesmo que seja uma fraqueza enorme.

 

postado por Betty Lee

E não é por causa do “Prende e solta”.

Estão confundindo o banqueiro Daniel Dantas, com o ator Daniel Dantas (o vilão da novela das seis). Começou com um jornal baiano, e ja chegou a um jornal italiano (o La Stampa).

Vejam:
No blog de notícias da folha: Toda Mídia
E também em: Ultimas noticias

 Imagem de reprodução do jornal italiano

O ator pensa em processar, e eu penso que a pizza esta se armando.

postado por Lisa Lips

Alguém se lembra da série Lancelot Link (Lancelot Link, Secret Chimp) da década de 70? “Quem criou devia ter tomado ácido” me disseram hoje =0p

A série tinha um elenco um tanto inusitado: Chimpanzés. Criada em 1970, teve 19 episódios até terminar em 1972. Eu não gosto de macacos, mas até que os chimpanzés são fofinhos.

Lancelot Link não é apenas o nome da série, mas também do seu protagonista, um chimpanzé-super-agente-secreto, estilo agente 86, portanto, bem atrapalhado. Este agente trabalhava numa organização chamada APE (Agency to prevent Evil), que lutava contra a CHUMP (Criminal Headquarters for Underworld Master Plan), cujo cabeça malvada era o Barão von Butcher.

Os macacos eram dublados por vozes humanas e ás vezes, pareciam estar mascando chichete.

A comparsa de lance link era nada mais nada menos do que Mata Hari! Dêem só uma olhada no vídeo com a abertura do seriado e uma idéia do que era:

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Além de “Lance Link”, Mata Hari e Barão von Butcher, outros personagens como o motorista bigodudo do mal Creto, o cientista louco Dr. Strangemind, Wang Fu e a Mulher Dragão.

O melhor de tudo isso era a parte musical, bem anos 70, representada pela banda ” The Evolution Revolution” (”The Psychedelic Evolution Revolution”), que obviamente, “aparecia” só nas vozes. Para deleite de todos, o vídeo abaixo já dá uma noção da coisa toda:

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O Camarada, quer dizer, o chimpanzé que apresenta a banda é “Ed Simian”. Quanto a banda, parece que lançaram um disco. Se fizeram sucesso, eu não sei, mas o seriado era um dos meus prediletos. Não se fazem mais coisas assim, tão criativas =0)).

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