postado por Lisa Lips

O Toureiro Juan José Rueda, mais conhecido como ‘El Ruso’ , é atacado durante uma “apresentação”. O estado do toureiro é grave. O chifre do bicho deixou uma ferida de cerca de 15 a 20 cm de profundidade, na região “anal” de Juan. Eu me pergunto? É para rir ou é para chorar? Quando essas atrocidades vão acabar? Quantos toureiros e quantos touros deverão ainda morrer? Dê pão e circo aos pobres =0/

fonte da imagem: ideal.es

postado por Lisa Lips

Existem muitas pessoas que tem um jeito de ser mais calado ou sossegado. Não são de falar muito ou são tímidas. Parece algo não normal, visto que a palavra é o melhor meio de comunicação entre seres humanos. Muitas vezes é um problema sério e exige até tratamento psicológico, pois a expressão através da palavra é essencial nos relacionamento sociais. Creio que algumas pessoas até sentem vontade de expressar suas idéias e de alguma forma buscam outras maneiras de fazê-lo.

Muitas mulheres sofrem deste problema. Vemos casos de mulheres que mantém um relacionamento ou casamento, com homens que as dominam e abusam deste poder, utilizando de violência. O medo é o inimigo da expressão. Outras mulheres também se calam, para não perderem seus amores. Nunca falam o que sentem ou o que pensam, com medo da relação terminar. Outras vivem uma vida inteira com seus maridos, tendo péssima relação sexual, pois não falam sobre como gostam desta relação, com medo do parceiro não gostar.

Não acho que devemos falar tudo o que nos vem a cabeça, pois cada pessoa receberá a nossa palavra de uma forma diferente, dependendo até do tom da nossa voz. Estas pessoas assimilam as coisas da forma que querem, pois naquele momento estão propícias a entenderem isso ou aquilo. Ai vem as brigas. Para cada pessoa, há uma forma de se falar as coisas. É preciso então, analisar como cada pessoa recebe o que estamos tentando expressar e procurar mudar a forma de se comunicar, para não magoar ninguém.

Pensamento é uma coisa doida. Ele é só nosso, ninguém mais sabe o que está dentro da nossa mente. Através da palavra podemos tentar expressar estes pensamentos, seja amor ou ódio, estes extremos ou são melosos demais ou então ferem mais do que uma pancada na cabeça.

Ás vezes preferimos que algumas pessoas se calem. Eu por exemplo, falo demais e preciso me conter e procurar não atravessar a conversa de ninguém. Mania desagradável, que faz muitas inimizades. Muitas vezes é bem melhor ser calado do que ser tagarela. Os tagarelas sempre falam o que lhes vem a cabeça e sempre acabam sendo mal-interpretados.

Dialogar é bom, mas “discutir relação” não é nada legal. Nem discutir sobre política, religião ou time de futebol. Isso sempre acaba em briga, pois não sabemos respeitar as opiniões alheias. Se sou do partido tal, torço para o partido X e pertenço a determinada religião, poderei ser excluída de um grupo, como se eu não servisse para partilhar idéias.

Não dá para ler pensamentos, portanto, não dá para termos pré-conceitos a respeito das pessoas. Tudo bem que conhecemos as pessoas através das atitudes delas, mas sem as ouvir também, não poderemos montar uma idéia em relação a este ser.

A partir da palavra conhecemos pessoas e formamos nosso círculo social de afinidades. As pessoas nos conhecem não porque lemos pensamentos, mas por que sabemos ouvir e falar.

Ouvir ainda é a melhor forma de nos comunicarmos aos pensamentos dos outros, pois é ouvindo que conhecemos. Assim saberemos o que dizer, quando e onde dizer. Fale sempre quando algo não está de acordo com a sua liberdade, pois ninguém tem o direito de invadir os nossos limites de individualidade.

Existe uma regra chamada “as 7 peneiras da razão” que diz assim: Antes de falar, passe esse pensamento que você quer exprimir, pelas 7 peneiras da razão. A primeira peneira, filtra os pensamentos mais grosseiros, aqueles que com certeza ofenderão alguém. As peneiras seguintes, tem a malha mais fina e filtrarão os pensamentos conforme a razão: Esse pensamento ofenderá alguém? Esse pensamento é realmente necessário, acrescentará algo realmente útil? No final dessa filtragem, muitas vezes perceberemos que o pensamento que tivemos, nem precisará ser exprimido. Então conclui-se que falar de menos é bem melhor.

As crianças são um bom exemplo de pessoas que falam tudo o que lhes vêem a cabeça. São autênticas e muitas vezes falam coisas que não deveriam. Conforme crescem, vão aprendendo a falar o que lhes convém e até manipulam as palavras de acordo com suas vontades. Inventam histórias e choram, seja para conseguir atenção ou aquilo que desejam. Elas não fazem isto por maldade, pois são apenas crianças. Já pessoas adultas que se utilizam do mesmo artifício, é racionalmente inaceitável.

Usemos a palavra com moderação. Tenhamos em mente, que já somos crescidos e que nossa mente possui um grau de razão e consciência suficientes para conseguir alcançar metas, por méritos próprios e autênticos. Usemos a palavra para nos comunicar de verdade. Não é “Penso, logo falo” mas, “Penso, Repenso, dai eu falo.

postado por Nick Nicks

Gaúcho, Gremista, Linux Lover, passando pela terrível fase do “trabalhar, estudar e dormir”. Este é o Roger, um cara que, aparentemete, criou o blog para compartilhar as perrenhas, curiosidades, nerdagens e filosofias pessoais do cotidiano com os seus leitores.

Os Punks Também Amam é o que eu costumo chamar de “Blog Cotidiano”. Não pretende ser um Block Buster dos blogs, nem um “formador de opinião”, como dizem os entendidos. É simplesmente a Casa do Roger, aberta para quem quiser entrar e saber como andam por aí as vidas além da nossa.

Algumas pessoas classificam estes blogs como “Egotrip”, porque os textos são mais “viagens pessoais” do que outra coisa. Desculpem os profissionais, mas considero este termo muito antipático e arrogante. Inclusive porque, no fundo, no fundo, lá onde o espelho não alcança, a maioria dos blogueiros gosta de dividir um pouco da sua vida, seus gostos e suas visões de mundo com outras pessoas. Só muda o jeito e a abordagem. E talvez o jeito do Roger seja parecido com o seu. :]

  

postado por Betty Lee

Parada Gay SP 2008 - Tema: Homofobia Mata

27 – 29 de junho de 1969, num bar de New York, houve uma batida. Naquela época, era ilegal ser gay e, então, taxado de saco de pancada da polícia. Nesses três dias de fim de junho, vários gays sofreram na pele a dor de ser quem é.

Desde então, em vários lugares do mundo esse dia é relembrado, mas ser gay não é ter dor, é ser igual, é ser livre. As passeatas de protestos e pedidos de direito de igualdade com o tempo se transformaram numa celebração da harmonia entre tantos gostos diferentes.

O dia 28 de junho entrou para o calendário de muitas cidades como o dia do orgulho gay, o dia de sair e mostrar que não há nada de diferente. E não há, não é?

Cada um tem um gosto diferente, cada um traz em si a beleza de ser quem é.

Em São Paulo, depois de algumas paradas sendo realizadas no último fim de semana de junho, os organizadores resolveram acompanhar o feriado de Corpus Christi. Essa resolução veio com o número grande de eventos sendo realizado, de um dia de protesto virou uma semana de conscientização.

Como em o “Campos do Sonho”, foi realizada e o povo veio. Encheu São Paulo, trouxe gente de varias cidades, vários estados, vários países. A Parada ganhou o Status de a Maior do Mundo, e hoje consta no Guinness.

E a Parada desse ano é dia 25/04/2008, no domingo. Apareça e participe dessa celebração da igualdade.

Saiba mais:
- http://www.paradasp.org.br/modules/news/
- http://www.stonewall.org.uk/
- http://www.uvanavulva.com.br/blog/stonewall/
- http://paradario.arco-iris.org.br/site/index.php?option=com_content&task=view&id=13&Itemid=31

Agenda da Semana:
- http://www.paradasp.org.br/parada2008/

Parada do Orgulho GLBT 2008

 

postado por Nick Nicks

A Rede Mundial de Computadores realmente tornou o tal do PC um negócio bastante popular. Imaginem vocês que, hoje em dia, até gente como eu têm um PC em casa (Como diria um amigo meu: “Maldita inclusão digital!”).  Maldições à parte, o sonho do Bill, que era dar sentido ao ”P” de “Pessoal”, foi finalmente realizado, porque PC e bunda todo mundo já usa, só variando mesmo o jeito de usar - tanto um como o outro.

Eu, inclusive, posso dizer que uso o PC feito a minha bunda mesmo, e isto quer dizer quase nada além do básico, lembrando que o básico inclui as cagadas. Fazer o que?  Por mais que eu tente (e eu juro tento), não tenho skills. 

Não seria tão triste, se pelo menos eu e meu computador conseguíssemos manter um diálogo saudável. Mas as Mensagens de Erro do PC foram criadas por desenvolvedores putos da vida que descontam seu salário injusto e sua falta de reconhecimento no sistema.  As Mensagens de Erro do Windows são a verdadeira Vingança dos Nerds.

Não vou sugerir aqui que a Microsoft abra mão de clássicos como a dramática ”Ocorreu um Erro Fatal” ou a estupenda “Invalid Page Fault in Module Kernel32.dll” - eu me sinto até importante recebendo estas coisas.  Eu só queria sugerir um upgrade nos recursos e na comunicação do sistema, para que distraídos, inaptos e reles mortais feito eu consigam fazer menos caquinha.

Seguem, assim, algumas sugestões de recursos amigos, para desenvolvedores e redatores da Microsoft:

1. Reconhecimento de Shut Down pelo No Break: 

Ao invés de simplesmente aceitar, o sistema pergunta: “ Você quer desligar seu PC de verdade ou chutou o No Break sem querer?” Muitas coisas boas neste mundo seriam preservadas com esta delicadeza.

2. Reconhecimento de Shut Down pela tecla Power do teclado:

O PC amigo perguntaria: “Você quer desligar assim mesmo, sem salvar nada? Ou seu teclado é daqueles com tecla POWER e você ralou o dedo sem querer nesta porcaria de novo?

Ao responder ”Não desliga! Foi sem querer”, o Windows abriria automaticamente a opção: “Quer desativar esta merda de uma vez por todas?” - Ao que todos os estabanados do universo e região responderiam simplesmente SIM, sem ter que passar pelo trauma irreversível da Tela Azul.

3. Reconhecimento de caminho bizarro para arquivos:

Talvez só eu faça estas coisas, mas enfim, seria simpático receber uns toques de vez em quando. Algo do tipo: “Você quer salvar ou esconder este arquivo? Porque se você salvar este negócio no caminho WINDOWS - system32 - oobe - html - oemreg - vai ficar bem difícil de achar depois”. - Acredito que este recurso também aumentaria a produtividade de muitas empresas e Help Desks.

4. Erros cotidianos:

Como já expliquei, não pretendo eliminar os clássicos. Minha sugestão é apenas algo mais democrátivo como, por exemplo, múltipla escolha:

“Alguma coisa saiu errada. O que você quer fazer agora?”

A. Me dá o código do erro

B. Me explica com frutas

C. Deixa pra lá. Eu não vou entender nada mesmo. Pode fechar o programa que depois eu abro de novo.

5. Erros cabeludos:

Minha solução para  Erros Cabeludos é configurada com o telefone daquele amigo que entende dessas coisas. Ao identificar o problema, o Windows já evita que pessoas como eu tentem resolver e piorem a situação:

“Problemas de relacionamento entre Hardware (a parte que você chuta) e Software (a parte que você xinga). Provavelmente eles se odeiam. Chute ou xingue, mas não tente fazer nada além disso. Esta é a hora de ligar para [nome do amigo + telefone]” - Como complemento, a mensagem pode nos lembrar do Horário de Brasília, evitando um segundo problema de relacionamento.

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