A conclusão é: trabalhe menos. Ou, ao menos, relaxe mais.
Comecei um tratamento (acompanhem… tratamento), para resolver os desequilÃbrios.
Em outros tempo eu olharia para a massagista japonesa baixinha e diria - desequilÃbrio de cu é rola (me perdoem). Mas essa sou eu. Mas, quando a mulher me disse assim: você toma remédio para dormir, você está sem energia, você está triste e está para ficar doente. Aà eu tive que dizer: vamos lá, por onde eu começo essa coisa toda de cura e pronto?
Sim! Eu sou adepta do remédio para não sentir dor, do remédio que me faz dormir, do remédio que ameniza minha angústia durante o dia e do remédio que me acalma quando chego em casa.
Mas até quando né? Aà fui na moçoila japonesa prá ela me ajudar a ver que a vida, sem nenhuma dessas coisas, ainda me faz querer escrever, pintar, criar e enfrentar todos os dias, por mais diÃfÃcil que isso seja.
Sim, eu dou dramática. Na verdade, daqui a alguns meses eu direi a vocês que não é drama, é só a minha grande inspiração. Aquilo que vc inspira, passa por todo o seu corpo e depois expira para o mundo, doa a quem doer. E normalmente a dor é minha mesmo, viu, ninguém tem nada a ver com isso. Nem o meu amor.
Aprendi definitivamente que o meu amor é um pedaço desse todo muito confuso que eu sou. Eu chego até a ter pena dele. A cada dia que ele chega em casa, uma pessoa angustiada com um simples dia que se passou.
Acho que esse deve ser um dos motivos de ele ir até o estúdio dele e pintar debaixo do silêncio. Ou da respiração da nossa linda cadela Joy. Mas depois, sabem o que ele faz?… Ele se esconde embaixo do cobertor comigo abraçado e a gente morre de rir.
Isso sim é vida hein. ![]()






