Homem perfeito não existe. Muito menos mulher perfeita, né? Se você tem a plena consciência disto, já é meio caminho andado para dar certo com alguém e provavelmente tem boas chances de encontrar o seu “par perfeito”. Ou, melhor dizendo, o seu “par imperfeito ideal”.
Porque esta consciência é importante?
Porque as expectativas muito altas que nós criamos acabam atrapalhando um pouco os relacionamentos, sabe? A gente espera demais do outro, inventa uma pessoa ideal na cabeça e, por conta disso, acaba cobrando demais do parceiro. Cobrando o que nós gostaríamos que ele (ou ela) fosse.
Como ninguém neste mundo é perfeito, acabamos terminando muitos relacionamentos por idealização. Ou levamos um pé na bunda porque o outro lado simplesmente fica de saco cheio de ser criticado o tempo todo.
Não estou dizendo que precisamos engolir todas as coisas chatas entre duas pessoas, nem precisamos engolir o que não toleramos. Claro que não! Mas é preciso um pouco de paciência com as diferenças, ou sempre acabaremos sozinhos, reclamando do sexo oposto.
Eu costumo dizer que o bom mesmo para dar certo é “escolher os defeitos”. Parece estranho, mas é isso mesmo. Porque escolher defeitos? Porque as coisas boas todo mundo gosta. Mas os defeitos serão mais ou menos tolerados, dependendo de cada pessoa.
Tem homem que não suporta mulher grudenta, tem cara que adora. Tem mulher que detesta homem saindo com os amigos, tem mulher que não liga. Tem homem que odeia mulher gritando, tem caras que só acham chato mesmo, mas deixam passar batido.
Que defeitos são insuportáveis para você? E quais defeitos você apenas acha chatinhos, mas consegue passar por cima? Pense bem antes de apurrinhar seu namorado com alguma coisa que ele não vai conseguir mudar. Porque, para mudar, é preciso querer muito.
Sempre vale o esforço de mudanças no relacionamento, para que a coisa fique legal para os dois lados. Apesar da boa intenção, infelizmente, nem sempre as pessoas conseguem mudar da forma que queremos.







