postado por Nick Nicks

Falar que você pratica Kung Fu é o equivalente a dizer que tem “pavê”. Vem sempre uma piadinha na sequência.

As mais tradicionais passam por Matrix, Kill Bill e Karatê Kid - um clássico das piadinhas! E apesar de ser um filme de Karatê, realmente não importa. O importante é não perder a chance de citar o Sr. Miagui.

A grande verdade é que pouca gente conhece Kung Fu. Em períodos pós filme de Artes Marciais, por exemplo, as academias lotam! Mas logo vem a decepção hollywoodiana, quando o pessoal percebe que não vai andar sobre árvores, nem bater em 10 pessoas ao mesmo tempo, nem dar golpes em câmera lenta.

Muita gente pensa que Kung Fu é só pancadaria. E a maioria das pessoas pensa que é preciso ter pouca idade, muita habilidade e um baita fôlego para treinar.

Equívoco! Na academia de Kung Fu você vai ver gente gorda, gente magra demais, gente descoordenada, pessoas mais velhas, enfim, nem todo mundo ali tem jeito de esportista. Os que tem, conseguiram treinando com muita paciência.

Paciência, aliás, é um exercício típico do Kung Fu. Como diz um dos textos que você lê em voz alta no final do treino: “Não importa a velocidade. Vamos todos chegar no mesmo lugar.”

Resumindo: cada um tem o seu ritmo. E treinar Kung Fu também é exercitar o respeito aos seus limites. Conhecendo e aceitando seus limites você não fica frustrado e não desiste das coisas no meio do caminho. Isto vale dentro e fora da academia.

Seria impossível citar todos os benefícios do Kung Fu na vida de uma pessoa. Levando em consideração os que aparecem mais rápido, você tem:

. Aumento na capacidade de concentração

. Aumento na memória

. Aumento na força e resistência muscular das pernas e braços

. Mais firmeza na pele do corpo todo

. Aumento de disciplina e autocontrole.

. Aumento da autoestima

A partir daí, muitos outros benefícios começam a aparecer aos poucos: aumento do fôlego, perda de peso, aumento da elasticiadade, equilíbrio (em todos os sentidos), melhora no sono, aumento da percepção de espaço, melhora no raciocínio lógico e diminuição da ansiedade.

Além de ajudar você a viver melhor de fora para dentro e de dentro para fora, treinar Kung Fu costuma ser mais divertido e mais barato do que as academias tradicionais.

E aí, que tal experimentar uma aula? Aqui em São Paulo eu indico a academia do Mestre Amaral:

ASKF (Associação Shaolim de Kung Fu)

Rua da Consolação, 2267 (ao lado do hotel Fórmula1)

Tel.: 11 3259-9245

postado por Betty Lee

Não vamos falar de futebol, mas sim de um ato bacana.

O exemplo foi dado pelo Barcelona, que em sua camisa não tem propaganda, tem o logo da UNICEF estampado.

O Corinthians, a pedido do Ronaldo, estampará em sua camisa no clássico paulista deste domingo, 15 de fevereiro, o logo da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente). Todas as camisas usadas pelos jogadores serão leiloadas e a renda será revertida para a instituição.

 

Corinthians solidário

Quer saber mais e/ou ajudar a AACD? Entre no site e conheça: http://www.aacd.org.br/

Leia mais sobre a campanha em: Timão e AACD se unem em prol da solidariedade

Não importa o resultado do jogo de amanhã. O importante é que um golaço já foi marcado.
postado por Betty Lee

As contas dos Jogos panamericanos Rio 2007, foram muito refutadas. Muito se disse do dinheiro que foi gasto.

(Eu, inclusive, contesto a grana gasta com o campo de baseball. Lugar horrivel, organização horrivel. Nossa, não contrataram ninguem com o expertise adequado para tal empreitada! Lamentavel! )

Mas agora, antes tarde do que nunca, o TCU enviou um ultimato para o ministério dos esportes pedindo as contas. Ja era tempo!

Ok, achei lindo, foi inspirador, mas… Cadê o dinheiro para investir no esporte de base? Com toda essa falta de “transparência” é que o COB quer fazer uma olimpíada aqui?

Da uma olhada na noticia no uol: http://esporte.uol.com.br/ultimas/2008/09/24/ult58u1178.jhtm

postado por Nick Nicks

E um dos meus grandes sonhos era presenciar um jogo de futebol no campo. Ali no meio da galera, gritando junto, sentindo a energia do povo e a vibração da arquibancada tremendo junto com o coração torcedor.

Certo. E quando eu menos esperava,  meu namorado telefonou fazendo o convite que há anos eu queria receber: “Amanhã tem jogo do meu time aqui em São Paulo. Quer ir no estádio comigo?”

Se eu quero?? Claro que eu quero!! Eu sempre quis!  Que horas, quando, como? Pode levar a câmera? Posso levar corneta? Onde que é?

- É lá no Javari.

- Javali ?

- Java-RI. É na Mooca.

Ah, tá… Javari… Esse daí eu não conheço. Mas tudo bem, vai. Pode ser perigoso mesmo começar com um jogo no Morumbi ou no Parque Antártica, certo? Eu nem conheço o hino do time. Eu nunca vi alguém soltando fogos perto de mim. Vai que eu não agüento o tranco? Então, tá valendo. Bora pro Javari.

E lá fui eu no sábado toda de verde - verde Guarani - presenciar este grande clássico do futebol brasileiro: Juventus X Guarani. Ou, como diria um bom entendedor da modalidade: Moleque Travesso X Bugrão. É nóis! E lá fui eu de Bugrina ao Estádio Conde Rodolfo Crespi - vulgo Javari.

Diz uma coisa, você já foi ao tal do Javari? Caso nunca tenha ido, eu faço o seguinte desafio: procure a rua no Apontador, anote tudo para não esquecer, siga as instruções e CHEGUE. Sem errar e sem criar uma crise conjugal. Bom, mas vamos ao qua interessa…

Chegamos na rua do estádio no segundo tempo.

- Tá certo agora? Putz, não tô vendo estádio por aqui.

- É aí, ó! - ele respondeu apontando para um muro do meu lado.

E eu pergunto de novo: você já foi ao Javari? Porque mais parece um clube do que um estádio. Mas, dane-se. O importante mesmo é que eu ia ver o jogo ao vivo e perder a voz de tanto gritar. E lá fomos nós - os dois de verde - meu namorado segurando o desabafo entalado na garganta, porque o time dele já tinha feito 1 a zero no primeiro tempo.

Quando a gente pára na frente do campo, eu vejo lá do outro lado - bem longe mesmo - um monte de iguais a nós, vestidos de verde, pulando freneticamente e gritando “Bugrão, êô, Bugrão, êô”. Ao que eu resolvo perguntar:

- Ué, a gente não deveria estar ali? Xi, a gente tá do lado errado?

- Fala baixo e disfarça.

E foi exatamente assim que nós assistimos ao jogo inteiro. Quietinhos, disfarçando e temendo a morte súbita. Dois mudos boiando de verde em um mar de camisas bordô.

Mais alguns minutos e o Guarani fez um quase-gol. Meu namorado não moveu um músculo. O movimento mais radical que ele fez foi morder aquele troço estranho com um sorriso bem discreto, olhando pra mim:

- Quer? Isso daqui é Canole. Um grande clássico dos estádios.

E eu pergunto: você já viu um Canole? É um grande clássico da gastrite. Tem cheiro de pastel de feira, mas parece um pinto mil-folhas enfeitado com uma gosma bege na ponta.  

- Não, valeu. Tô sem fome.

Nem dez minutos depois o Guarani fez outro gol, para a alegria controlada do meu namorado. E dá-lhe mais uma dentada no Canole. Só que aí os torcedores do Juventus ficaram indóceis e começaram a subir na grade - bem na nossa frente. E eu lá no meio do tumulto torcendo - Torcendo para ninguém questionar a roupa verde (Eu pretendia citar o Gabeira).

Faltando 2 minutos para acabar o jogo, o Juventus empatou. Tadinho do meu namorado! Tadinha da molecada travessa também! Ô dó de todo mundo ali naquele campinho cheio de buraco! Ô joguinho triste, sô! E nem era o Desafio ao Galo!

Do mesmo jeito que entramos, nós saímos. Em silêncio absoluto. Nada de fogos, nada de grito, nem uma ôlazinha pra refrescar o suvaco. Meu namorado digerindo o empate junto com o pinto mil-folhas e eu sem coragem de olhar para a cara das pessoas que gritavam descontroladas para a torcida do Guarani: “Ão, ão, ão! Segunda divisão”.

Mas, peraí (foi aí que eu me liguei), este jogo era da primeira?

- Lógico! - e ele respondeu indignado.

“Ão, ão, ão! Eu quero um jogo do timão!” (Mas isso eu não falei. Ou ele me matava. Sério.)

OlimPIADAS

21.ago
2008
postado por Lisa Lips

Infelizmente não tenho acompanhado as olimpíadas, mesmo assim, não posso deixar passar em branco algumas coisas que vi e li na internet.

A primeira delas foi o caso do “antidoping” nas raquetes de tênis de mesa, o famoso ping-pong de cada dia. A notícia é de que um jogador profissional japonês teve em coma por 6 dias após passar cola na sua raquete. Disseram que passar cola 1 vez por semana, não é problema, mas que passar 10 vezes por dia, como estão fazendo atualmente, vira vício. Só não sei quem é o mais viciado, a raquete bezuntada de cola ou o jogador que teima em passar camadas e camadas da mesma, para tornar suas rebatidas tão potentes quanto uma catapulta ( eu acho essa palavra engraçada, se tirar o L fica mais ainda).

Segunda notícia esportiva: As beldades exibem suas formas mais extremas. Quando sentamos na privada, com certeza chegaremos a uma destas imagens emocionantes. As fotos são maravilhosas, vale conferir. Não esperem beldades seminuas ou seminus, apenas uma constatação do esforço físico usado para desempenhar o verdadeiro papel do esportista olímpico.

Terceira notícia: Frases do dia: ” A vida é uma roda” (não seria o mundo? ou a roda de um carro? ou não seria a vida dá voltas?); “É ruim tirar o Brasil do pódio” (ruim mesmo é jiló amargo pra chuchu); “Gostei muito do Ronaldinho, com o dinheiro que ele tem, não esperava que ele tivesse tanta humildade” (eu também queria ser humilde assim); “Para a seleção, só servia o ouro” (na verdade, verdadeira mesmo, fomos a China pra pegar um bronze. Pra pegar um bronze, nem precisava ir tão longe, mais fácil era sair no sol mesmo).

Ps. que fique entendido que eu não odeio Olimpíadas e quero que os esportistas brasileiros ganhem muito ôro. Que fique entendido que esta é uma obra de ficção e qualquer semelhança com a realidade, será mera coincidência.

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