postado por Betty Lee

As contas dos Jogos panamericanos Rio 2007, foram muito refutadas. Muito se disse do dinheiro que foi gasto.

(Eu, inclusive, contesto a grana gasta com o campo de baseball. Lugar horrivel, organização horrivel. Nossa, não contrataram ninguem com o expertise adequado para tal empreitada! Lamentavel! )

Mas agora, antes tarde do que nunca, o TCU enviou um ultimato para o ministério dos esportes pedindo as contas. Ja era tempo!

Ok, achei lindo, foi inspirador, mas… Cadê o dinheiro para investir no esporte de base? Com toda essa falta de “transparência” é que o COB quer fazer uma olimpíada aqui?

Da uma olhada na noticia no uol: http://esporte.uol.com.br/ultimas/2008/09/24/ult58u1178.jhtm

postado por Nick Nicks

E um dos meus grandes sonhos era presenciar um jogo de futebol no campo. Ali no meio da galera, gritando junto, sentindo a energia do povo e a vibração da arquibancada tremendo junto com o coração torcedor.

Certo. E quando eu menos esperava,  meu namorado telefonou fazendo o convite que há anos eu queria receber: “Amanhã tem jogo do meu time aqui em São Paulo. Quer ir no estádio comigo?”

Se eu quero?? Claro que eu quero!! Eu sempre quis!  Que horas, quando, como? Pode levar a câmera? Posso levar corneta? Onde que é?

- É lá no Javari.

- Javali ?

- Java-RI. É na Mooca.

Ah, tá… Javari… Esse daí eu não conheço. Mas tudo bem, vai. Pode ser perigoso mesmo começar com um jogo no Morumbi ou no Parque Antártica, certo? Eu nem conheço o hino do time. Eu nunca vi alguém soltando fogos perto de mim. Vai que eu não agüento o tranco? Então, tá valendo. Bora pro Javari.

E lá fui eu no sábado toda de verde - verde Guarani - presenciar este grande clássico do futebol brasileiro: Juventus X Guarani. Ou, como diria um bom entendedor da modalidade: Moleque Travesso X Bugrão. É nóis! E lá fui eu de Bugrina ao Estádio Conde Rodolfo Crespi - vulgo Javari.

Diz uma coisa, você já foi ao tal do Javari? Caso nunca tenha ido, eu faço o seguinte desafio: procure a rua no Apontador, anote tudo para não esquecer, siga as instruções e CHEGUE. Sem errar e sem criar uma crise conjugal. Bom, mas vamos ao qua interessa…

Chegamos na rua do estádio no segundo tempo.

- Tá certo agora? Putz, não tô vendo estádio por aqui.

- É aí, ó! - ele respondeu apontando para um muro do meu lado.

E eu pergunto de novo: você já foi ao Javari? Porque mais parece um clube do que um estádio. Mas, dane-se. O importante mesmo é que eu ia ver o jogo ao vivo e perder a voz de tanto gritar. E lá fomos nós - os dois de verde - meu namorado segurando o desabafo entalado na garganta, porque o time dele já tinha feito 1 a zero no primeiro tempo.

Quando a gente pára na frente do campo, eu vejo lá do outro lado - bem longe mesmo - um monte de iguais a nós, vestidos de verde, pulando freneticamente e gritando “Bugrão, êô, Bugrão, êô”. Ao que eu resolvo perguntar:

- Ué, a gente não deveria estar ali? Xi, a gente tá do lado errado?

- Fala baixo e disfarça.

E foi exatamente assim que nós assistimos ao jogo inteiro. Quietinhos, disfarçando e temendo a morte súbita. Dois mudos boiando de verde em um mar de camisas bordô.

Mais alguns minutos e o Guarani fez um quase-gol. Meu namorado não moveu um músculo. O movimento mais radical que ele fez foi morder aquele troço estranho com um sorriso bem discreto, olhando pra mim:

- Quer? Isso daqui é Canole. Um grande clássico dos estádios.

E eu pergunto: você já viu um Canole? É um grande clássico da gastrite. Tem cheiro de pastel de feira, mas parece um pinto mil-folhas enfeitado com uma gosma bege na ponta.  

- Não, valeu. Tô sem fome.

Nem dez minutos depois o Guarani fez outro gol, para a alegria controlada do meu namorado. E dá-lhe mais uma dentada no Canole. Só que aí os torcedores do Juventus ficaram indóceis e começaram a subir na grade - bem na nossa frente. E eu lá no meio do tumulto torcendo - Torcendo para ninguém questionar a roupa verde (Eu pretendia citar o Gabeira).

Faltando 2 minutos para acabar o jogo, o Juventus empatou. Tadinho do meu namorado! Tadinha da molecada travessa também! Ô dó de todo mundo ali naquele campinho cheio de buraco! Ô joguinho triste, sô! E nem era o Desafio ao Galo!

Do mesmo jeito que entramos, nós saímos. Em silêncio absoluto. Nada de fogos, nada de grito, nem uma ôlazinha pra refrescar o suvaco. Meu namorado digerindo o empate junto com o pinto mil-folhas e eu sem coragem de olhar para a cara das pessoas que gritavam descontroladas para a torcida do Guarani: “Ão, ão, ão! Segunda divisão”.

Mas, peraí (foi aí que eu me liguei), este jogo era da primeira?

- Lógico! - e ele respondeu indignado.

“Ão, ão, ão! Eu quero um jogo do timão!” (Mas isso eu não falei. Ou ele me matava. Sério.)

OlimPIADAS

21.ago
2008
postado por Lisa Lips

Infelizmente não tenho acompanhado as olimpíadas, mesmo assim, não posso deixar passar em branco algumas coisas que vi e li na internet.

A primeira delas foi o caso do “antidoping” nas raquetes de tênis de mesa, o famoso ping-pong de cada dia. A notícia é de que um jogador profissional japonês teve em coma por 6 dias após passar cola na sua raquete. Disseram que passar cola 1 vez por semana, não é problema, mas que passar 10 vezes por dia, como estão fazendo atualmente, vira vício. Só não sei quem é o mais viciado, a raquete bezuntada de cola ou o jogador que teima em passar camadas e camadas da mesma, para tornar suas rebatidas tão potentes quanto uma catapulta ( eu acho essa palavra engraçada, se tirar o L fica mais ainda).

Segunda notícia esportiva: As beldades exibem suas formas mais extremas. Quando sentamos na privada, com certeza chegaremos a uma destas imagens emocionantes. As fotos são maravilhosas, vale conferir. Não esperem beldades seminuas ou seminus, apenas uma constatação do esforço físico usado para desempenhar o verdadeiro papel do esportista olímpico.

Terceira notícia: Frases do dia: ” A vida é uma roda” (não seria o mundo? ou a roda de um carro? ou não seria a vida dá voltas?); “É ruim tirar o Brasil do pódio” (ruim mesmo é jiló amargo pra chuchu); “Gostei muito do Ronaldinho, com o dinheiro que ele tem, não esperava que ele tivesse tanta humildade” (eu também queria ser humilde assim); “Para a seleção, só servia o ouro” (na verdade, verdadeira mesmo, fomos a China pra pegar um bronze. Pra pegar um bronze, nem precisava ir tão longe, mais fácil era sair no sol mesmo).

Ps. que fique entendido que eu não odeio Olimpíadas e quero que os esportistas brasileiros ganhem muito ôro. Que fique entendido que esta é uma obra de ficção e qualquer semelhança com a realidade, será mera coincidência.

postado por Betty Lee

… enquanto estava em curso.

Oi Pessoal,

Estive fazendo um curso de “imersão em .net 3.5″, comprei um livro imenso de 1400 paginas e estou feliz da vida nerd. Nesse meio tempo, milhões de coisas aconteceram e eu gostaria de escrever sobre elas.

Mas como muito disso tudo já foi dito pela mídia e tals, farei diferente, vou expor rapidamente esses fatos e pedir a opinião de vocês.

Despreparo da polícia militar: Dois casos aconteceram, o primeiro morreu um menino, e mostra que a polícia prefere matar a morrer (hummm); no segundo, morreu a vítima de assalto, também pela polícia, que se acostumou a atirar e perguntar depois. Todo mundo ta caindo em cima da polícia, até eu num momento também caí, mas… E se você fosse policial do Rio “01″, você por acaso teria sangue frio pra perguntar: hey, você no carro, é bandido?

Prende e Solta, prende e solta: Nem preciso dizer que fiquei feliz quando numa manhã vi três dos nomes mais envolvidos em falcatruas no país sendo presos. Ai foram soltos, e foram presos. Me lembrou um antigo quadro do viva o gordo do Padre com o Batista: “casa e separa”.
Bem, como não tinha um Batista, primeiro mandaram o juiz calar a boca, e ontem vi que foram “calados” os delegados (um deles há 4 anos na investigação). Antes de mais nada, deixem-me esclarecer: O Daniel Dantas sabe muita coisa, de vários governos, e muita gente tem medo do que ele possa falar. Por que é mais fácil negar habeas corpus a defenestradores de crianças, para não dificultarem as investigações e não para um “acusado” de falcatruas que pode apagar seu rastro, e até mesmo sair do país?

Satiagraha: Para saber o que significa:
Satiagraha é o termo usado pelo pacifista indiano Mahatma Gandhi durante sua campanha pela independência da Índia. Em sânscrito, Satya significa ‘verdade’. Já agraha quer dizer ‘firmeza’. Assim, Satyagraha é a ‘firmeza na verdade’, ou ‘firmeza da verdade’. Satiagraha significa o princípio da não-agressão, ou uma forma não-violenta de protesto, como um meio de revolução. Satiagraha também é traduzido como “o caminho da verdade” ou “a busca da verdade”. No wikipédia
A PF não poderia ter escolhido um nome mais fácil?

Varig: E esse escândalo, alguem sabia?

Cacciola voltando: Parece piada, mas o Cacciola pediu habeas corpus pra ONU. Vocês acham que esse paga o que deve a sociedade?

Olimpiadas: Pequim está poluída. E esporte é saúde… É saudável correr por lá?

Aguardo suas respostas.

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