Ómmmm… Vocês já viram esse vídeo desses coelhos fofos? Mais bonitinhos que qualquer coelhinho de Páscoa…
As grandes obras de arte não têm data de validade, e permanecem soando novas e originais mesmo tendo sido criadas há algumas décadas. Esta é a sensação que passa pela cabeça de quem vê uma animação como “Inspiration”, feita com efeitos de stop-motion, e que mostra uma história de amor que passa dentro de uma gota d’água.
O mais surpreendente é saber que “Inspiration” é um curta-metragem que foi produzido em 1948. Ou seja, há mais de 60 anos! Obra do animador tcheco Karel Zeman (1910-1989), que superou os poucos recursos da época e, munido de talento e criatividade, criou obras que lhe renderam prêmios em festivais como o de Cannes e a reverência, até hoje, dos admiradores da sétima arte.
Eu gosto de ir ao cinema, de ficar concentrada na tela e de imergir dentro de uma história. Mas sinceramente não esperava ter levado um susto tão grande como quando assisti a Atividade Paranormal, no ano passado. E é por isso que estou tão curiosa para ver o que Atividade Paranormal 2, que estréia no Brasil nesta sexta, dia 22, trará de novo.
Se o site do filme já me deu medo, imaginem o que a exibição do filme mesmo não vai me despertar? E o pior é que já sei que vão usar bebês pra me assustar ainda mais…
Atividade Paranormal 2 promete trazer o bebê mais assustador desde o Bebê de Rosemary. E eu já sei que, depois de assistir ao filme na sexta, não vou conseguir dormir direito depois…
Tem coisa mais FOFINHA do que gatinhos fazendo nhóin nhóin nhóin, yum yum yum ou om nom nom nom enquanto comem? >^..^<
Tem mais vídeos aqui: http://www.buzzfeed.com/awesomer/10-cats-actually-saying-om-nom-nom-nom-while-eat
Começa o dia. Você se levanta e vai se arrastando até o banho. Depois de quase dormir no chuveiro quentinho, gostoso, se dá conta que só faltam 10 minutos para sair. Sai voando do banheiro, se desespera em frente ao guarda-roupa e, como não tem tempo, veste a primeira coisa que aparece. Toda trabalhada no estilo espantalho.
Na hora do almoço, dando uma voltinha pelo shopping ao lado do seu trabalho, seus olhos brilham ao ver aquelas plaquinhas vermelhas, lindas, reluzentes, anunciando: LIQUIDAÇÃO. Claro, você não resiste e entra, só pra dar uma “olhadinha”. Essa olhadinha acaba te custando um terço do seu salário. Pior. Um terço do salário do mês que vem.
Essa cena é familiar para você? Pra mim, infelizmente, é. E acho que para muitas mulheres, mesmo fora da temporada de promoções.
Pensa comigo: Se muitas pessoas não têm tempo nem para escolher entre as peças do próprio guarda-roupa, pra quê levar mais coisa pra casa? Meio ilógico, não? Ai… Mas tá tãããããão baratinho. Ai… Mas tá tãããããão na moda. Ai… Mas é tããããão… Nossa! Agora que notei, é parecida com aquela calça que comprei ano passado… Tinha es quecido dela! Bom, agora já foi. Promoção não aceita troca (um absurdo).
Não tô querendo dizer que não é para comprar. Ainda mais mulher, que gosta de acompanhar as tendências da moda. Mas quero dar algumas dicas que foram muito úteis pra mim, porque já cansei de comprar peças “repetidas” e que acabaram encostadas:
. Faça uma limpa no seu guarda-roupa. Doe o que não usa mais (não usou em dois anos, não usará nunca mais) e arrume o que precisa ser consertado (botão caindo e calça sem barra não são nada elegantes).
. Anote em um papel o que está faltando no seu armário (peças básicas, langeries e sapatos), com cores desejadas e tudo o mais. Quanto mais detalhe, melhor.
. Leve esse papel junto com você. Na próxima vez que der de cara com aquela blusinha linda, vermelha de lacinhos você olha para o seu papel e diz: NÃO! Não anotei nada vermelho aqui, então, não preciso. E quando encontrar o casaco de malha cinza que você achou que combinaria demais com muitas peças que você já tem, compre, sem dó. É um investimento.
. Quando surgir algo na vitrine que não estava no seu papel, mas que te faça virar os olhos meeeeeesmo, pense: vai afetar meu orçamento? Tenho peças que combinam com isso?
Enfim, tudo nessa vida é questão de parar e pensar. Se for tomada por impulso e comprar tudo o que vê pela frente, vai acabar como a Becky Bloom, do filme. Não viu? Vale a pena. Eu me identifiquei tanto que morri de vergonha de mim mesma.





















