postado por Lisa Lips

Falando em compulsividades e obsessões, as “mulheres que amam demais” ganharam o MADA - Associação das Mulheres que Amam Demais Anônimas.

O grupo foi criado com intuito de ajudar mulheres a se desvencilhar de amores autodestrutivos. Não falo nem amor, pois é uma verdadeira obsessão. As mulheres que se encontram nessa situação, são tão ligadas a um homem, que mesmo ele sendo o homem errado, elas não conseguem se desligar deles.

Acho que é uma característica da mulher ter um apego maior as coisas, talez pela natureza “mãe” que temos, queremos cuidar, afagar e estar sempre juntinho. Sem necessariamente ter uma caracteristica mais sexual como é o caso do homem.

A mulher que sofre esse transtorno, ela quer estar ao lado do homem, mesmo que ele lhe cause muito mal. É um compotamento autodestrutivo e mesmo que lhe digam que é errado, a mulher sempre terá uma bela desculpa para justificar seu comportamento ou o seu “amor”. É a compulsão. Ela precisa dele, como se precisasse viver.

Quando numa relação, o sexo torna-se obrigação, denota um compotamento anormal, pois fazer zexo com o parceiro, deveria ser algo prazerozo. Se é obrigação, então a mulher só o faz para não perder o seu parceiro. Essa relação não terá muito futuro. O sexo por fazer, sem a vontade, pode também trazer consequências, pois a mulher pode estar agindo irracionalmente, então este sexo poderá lhe trazer consequências, como doenças e gravidez.

Afora isso, a compulsão das mulheres que amam demais podem lhe trazer problemas de ordem financeira, afinal, ela não consegue trabalhar, pois não pensa em outra coisa a não ser no seu parceiro ou parceiros. A dificuldade de se concentrar ainda aliada a um sentimento de dependência, torna a mulher totalmente vunerável e a mercê de um ou muitos homens. Ela perde a noção do real ou do que poderia ser considerado normal para ela e toma atitudes de se ligar a um homem de má índole ( o verdadeiro cafajeste, que espanca e a chinga).

O principal fator que pode desencadear esse comportamento compulsivo, é o fato de muitas de nós, termos necessidade de nos ligar a alguém. Não criamos a nossa vida independene de um homem. Sempre que pensamos, pensamos em encontrar alguém, como se isso fosse preencher espaços vazios.

Quando uma mulher está namorando ou se casa, muitas vezes ela deixa amigos, familiares e coisas que gosta de fazer, pelo simples fato de querer estar ao lado dele.

O que precisamos ter em mente, é seguir nossas vidas, ter amigos, familia e coisas que gostamos fazer e continuar fazendo, mesmo que encontremos a pessoa certa. Isso quer dizer que não devemos perder a nossa indidualidade, pois nos ligar a alguém, significa relação e não dependência. Estamos compartilhando, mas ao mesmo tempo, não podemos ser donos ou propriedade de ninguém. Uma relação significa 2 pessoas, 2 indivíduos que estão juntos. Se perdemos nossa indivualidade, nos esquecemos de nós mesmas para viver em prol do outro. Isso gera ciúmes exagerado e a famosa necessidade de querer mudar o outro. Isso é meio que um sentimento de mãe, pois mãe quer sempre estar perto do filho, quer que ele corte o cabelo, que vista tal roupa e tenha a namorada x.
O que percisamos, é recompensar nosso sonhos e necessidades de buscar coisas novas, sem que o foco seja sempre uma relação amorosa. Se é fácil agir assim, não creio que seja, mas tudo é um “trabalho” mental, um esforço recompensador para nós, pois nos torna pessoas melhores e atrai da mesma forma, pessoas legais.

Assine nosso Feed!
Adicione ao seu Blog!
Amigosfera:
tags: