postado por Lisa Lips

Divulgação

FEMME Laboratório da Mulher lança a campanha “Faça Você. Sua Vida. Seu Momento”.

Sediado em São Paulo, o FEMME Laboratório da Mulher é pioneiro na prestação de serviços de medicina diagnóstica voltada exclusivamente à saúde da mulher. Seu principal objetivo é promover a saúde feminina através de diagnósticos médicos precisos, atendimento humanizado e excelência em qualidade. Com mais de 30 anos de experiência, a equipe médica responsável pelo laboratório idealizou e desenvolveu um conceito que reúne conhecimento científico especializado, equipe de colaboradores treinada, tecnologia avançada, além da estrutura física, arquitetura e decoração, tudo totalmente voltado para a mulher. Atualmente, o laboratório emprega 80 colaboradores, possui um time de 30 médicos e atende mais de 3000 mulheres por mês.

O laboratório promoverá palestras gratuitas entre os dias 23 e 26 de março, às 19h30, as quais abordarão questões como beleza, nutrição e estética, além de orientar o público a respeito de formas de combater o stress. Durante o evento ainda será sorteado um SPA Day entre as participantes.

Voltado ao público feminino, o evento tem foco nas comemorações do Dia Internacional da Mulher e são abertas ao público em geral, mas as vagas são limitadas.

Serão abordados os seguintes temas:

  • Maquiagem e beleza sem mistério
  • Stress – Pequenos hábitos salvadores
  • Nutrição, Dieta e Beleza
  • Como manter sua pele saudável em cada etapa da sua vida

Uma boa pedida para se manter saudável e bonita. A proposta é bem bacana, portanto vale a pena se inscrever por telefone ou email: (11) 3889-9043 ou contato@laboratoriodamulher.com.br. No site há um mapa de localização. Corra para se inscrever! =0)

postado por Nick Nicks

Já passou, eu sei. O Dia da Mulher foi dia 8, mas era sábado. E no sábado eu costumo passar o tempo com joguinhos idiotas de computador, daqueles fáceis e viciantes que transformam o seu cérebro em Geléia de Jabuticaba (eu sou mineira, o que justifica a Jabuticaba. No seu caso poderia ser Morango, vai saber. Cada cérebro com a geléia que lhe apetece).  Mas, continuando… Como a vida não é feita só de Jabuticabas, deixo aqui os meus protestos pessoais em defesa de certos direitos que tenho visto perdidos por aí:

1. Eu quero ter o direito de não me arrumar a não ser que eu PRECISE (por questões sociais) ou que eu ESTEJA A FINS. Esse papo de que “mulher tem que estar sempre impecável” deve ter sido inventado pela indústria de cosméticos ou então foi divulgado em alguma propaganda de Shopping Center. SEMPRE impecável? É ruim, hein?

2. Eu quero de volta o meu direito de GOSTAR de ser uma mulher ”do lar” sem ser menosprezada por isso. De uns tempos para cá parece que ficou feio você gostar de cozinhar, arrumar as coisas, regar as plantas e cuidar das pessoas. Cara, EU GOSTO DE COISAS DE MULHERZINHA! E pronto. E se meu marido pudesse me sustentar, eu trabalharia só em casa mesmo, sem medo de ser feliz, CURTINDO todas essas coisas que, de repente, não mais do que de repente, viraram vergonha pública. 

3. Ao mesmo tempo em que eu quero o direito de ser uma “Dona de Casa feliz”, também quero que as mulheres tenham o direito de DETESTAR tarefas domésticas. Resumindo os itens 2 e 3: não grudem rótulos na minha testa porque eu sou mulher. Antes de ser mulher eu sou um ser-humano com vontade própria, independentemente do que as novelas e os comerciais querem que eu acredite.

4. Eu quero de volta o meu direito de ser tratada conforme os hormônios que correm no meu sangue e conforme a minha biologia. Abrir porta de carro, ajudar a carregar as coisas, mandar flores, pagar um jantar de vez em quando (se o cara puder, claro) e outras delicadezas do gênero são LEGAIS, não frescura. Se alguma mulher não gosta mais disso, que fale por si e não pelo todo, muito menos por mim. A diferença que existe entre o jeito de uma mulher e de um homem é claramente perceptível desde a infância. Já percebeu como meninos e meninas brincam diferente e sentem as mesmas coisas de maneira diferente? Pois é… Não nasci com hormônio de macho. Sorry, guys.  

5. Eu quero de volta o meu direto de não ser um protótipo da Lara Croft. Essa hitória de mulher onipotente que consegue trabalhar fora, cuidar do corpo e cuidar da casa com perfeição é BALELA de propaganda. Ninguém que sai de casa às 6 da matina e chega às 7 da noite consegue fazer todas estas coisas direito sem surtar de vez em quando. Então, caros amigos, o negócio é o seguinte: ou vocês ajudam, ou não reclamam quando eu pisar na bola ou me dão o direito de surtar. Escolham. Lara Croft, só no PS2 ou naquele comercial do desodorante (Aquele em que a mulher sempre cai com o suvaco na cara dos sujeitos. Já viu?) 

6. Eu quero de volta o meu direito à TPM.  Esta questão sempre foi compreendida pela humanidade, mas de uns tempos para ca cá virou modinha dizer que “TPM é psicológico”. Variação hormonal é algo FÍSICO, caros amigos. Freud não resolve. Auto-controle, sim, lógico. Nada de escândalos desnecessários.  Mas é sempre bom compreender que em períodos de variação hormonal o saco fica menor e a vida é um pouco mais dramática (vide os adolescentes). Vale um esforço do outro lado para adiar discussões e reclamações para outro momento. O próximo ignorante que vier falando que “TPM é psicológico” vai levar um soco psicológico na fuça.

7. Eu exijo o direito de NÃO ficar com ninguém na balada, sem precisar ouvir coisas do tipo: “Tá se achando muita coisa, é?” Não sei em que momento da história virou obrigação você ir na balada para ficar com alguém. Quem quiser que fique e seja feliz, inclusive porque eu não tenho nada contra. Só que as vezes você quer simplesmente dançar e beber com os amigos. Acreditem, meninos! Muitas vezes uma mulher vai para a balada SÓ para ouvir um som, beber um pouco e dançar.  E ponto (final!)

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