Os animais, quando entram em atividade reprodutiva, logo se acasalam para perpetuarem sua espécie.
já a mulher, como ser humano e pela lógica, não tem um filho a cada perÃodo reprodutivo e portanto, não usamos todos os nossos óvulos, para perpetuarem a espécia.
A mulher de hoje, procura ter seus filhos mais tarde, para aproveitar melhor a sua juventude, bem como se estabilizar profissionalmente, então, não aproveita o melhor perÃodo da sua idade reprodutiva. Com isso é levada a sangrar todos os meses. O óvulo mal sucedido é expelido do nosso corpo.
Se formos pela lógica, chegaremos a um pensamento: para que produzimos tantos óvulos, para que
sofremos tantas TPM, cólicas e mal estar?
A decisão da mulher engravidar mais tarde ou não engravidar, traz consigo a endometriose (assunto postado alogo abaixo). A endometriose é uma doença bem nova, justamente por causa da mudança de pensamento e atitudes da mulher. Não se sabe por que a endometriose existe, mas ela está ligada intimamente com o fato da gravidez tardia.
Um endocrinologista baiano chamado Elsimar Coutinho, escreveu um livro chamado “Menstruação, a Sangria Inútil” (editora Gente - 1996) e neste livro, o médico defende a tese de que a menstruação é uma sangria inútil. Quando o Dr. Elsimar publicou o livro, foi um alvoroço na época e até hoje, muitos são os contraditórios a esta , que se analisarmos bem, tem o seu quê de verdade.
Segundo uma entrevista para a IstoÉ , o médico afirma que natural é fecundar o óvulo formado e não expeli-lo, pois significa uma espécie de “mini-aborto”.
Antigamente acreditava-se que o fato de sangrar, aliviava as mulheres de seus mau estares, por conta disso até existia o diploma de sagrador. Hipócrates foi o primeiro a observar o assunto. A sangria era realizada para aliviar desde dores de cabeça até pneumonias. O sangrador era aquele responsável por saber cortar uma veia. O indivÃduo expelia seu sangue para purificá-lo, mas muitas das vezes acabava morrendo por causa da anemia.
Mas o que o Dr. Elsimar ressalta, são os fatores favoráveis a interrupção do ciclo menstrual. O primeiro fator é a anemia, pois perdemos uma quantidade razoável de sangue cada vez que entramos no perÃodo massacrante. Por incrÃvel que pareça, 20% das mulheres que menstruam regularmente, padecem pela anemia. Além disso, 40% das mulheres no mundo todo, sofrem em demasia por conta da TPM. E hoje o sofriemento é ainda maior por causa da endometriose.
O médico afirma que, mesmo interropendo o ciclo menstrual, a mulher não se torna infértil.
Eu conheço muitas mulheres que se utilizam desta técnica. O ginecologista indica uma espécie de tratamento trimestral, onde é interrompido o ciclo durante 3 meses, retornando o ciclo e novamente é interrompido por 3 meses.
É algo para se pensar bastante. Muitas mulheres se assustam com essa idéia e ao mesmo tempo, outras pensam, para que preciso sofrer tanto, com TPM e cólicas homéricas? Eu realmente não sei, mas gosto de pesar as vantagens e desvantagens e quem sabe, procurar um ginecologista que me aconselhe.
Para saber mais, leiam a matéria do laboratório CETEL.






