Jingles Antigos

17.jun
2008
postado por Lisa Lips

No Brasil a primeira transmissão de rádio foi realizada no centenário da Independência do Brasil, em 7 de setembro de 1922. O presidente em exercídio era Epitácio pessoa.

Através das rádios, além de notícias e música, eram transmitidas radionovelas, ou seja, novelas de locução, com efeitos sonoros precários e tudo mais. Imaginem que coisa doida era ouvir isso sem ver?

Mas o rádio se tornou importante mídia de transmissão, principalmente na época da guerra. Podíamos ter acesso a notícias sobre outros países e ampliar nossas fronteiras.

Junto com o rádio, vieram os comerciais (clique na setinha para ouvir e no link se quiser baixar o jingle para o seu computador):

Quem se lembra do Jingle do Creme Rugol? Sabiam que ainda se vende creme rugol nas farmácias? Tem o da margarina Claybom, Bombril, do falecido Mappin, da Parmalat e do inesquecível das Casas Pernambucanas (esse eu sei cantar inteirinho).

Se quiser ouvir mais Jingles, acesse a página História do Rádio (por Fábio Pirajá), tem Jingles bem antigos e bem legais, alguns produzem boas risadas, mas na época deviam ser o máximo. Há também um site chamado Clube do Jingle bem bacana.

postado por Lina Love

E quando te perguntam se está tudo bem e você está com aquela cara de cu (me perdoem)?

Olha, minha gente, o ser humano insiste em ficar cego, ou fingir que não sabe algumas coisas que são universais. Sabe? Universais, aquelas que TODO MUNDO passa, TODO MUNDO sabe como é ruim e TODO MUNDO reclama.

Tipo: o cara trabalha com você a, digamos, 2 meses. Ele te vê todos os dias, ele sabe como você é quando está bem humorada e sabe quando as coisas estão um pouco tensas. Ele sabe que você é uma mulher sem muitas firulas, que abraça pouco quem não é assim muito chegado, e sabe que você não abre seu coração prá ninguém. Aí o fulano chega do seu lado, num daqueles dias em que ele inclusive é um dos reponsáveis pela sua miséria, ele ENCOSTA no seu ombro com aquele olhar de Labrador e diz: Tá tudo bem? (com sete jobs na mão prá te passar), aí, antes de sair ele ainda comenta: ‘Puxa, acho que você tá com caspa, na boa, de brother’.

A resposta é não, claro que não tá tudo bem. Olha bem prá minha cara, e olha prá minha caspa, no caso, nervosa.
Porque a pessoa não te pergunta o que ela quer mesmo saber? Tipo: Putz, você tá fodida de trampo hein, posso ajudar? Ou, se ela não vai te ajudar, não pergunta nada, larga aí seus sete jobs e vai te catar!

Sim, eu fico mal humorada. Na verdade as coisas que me deixam chateada nas nossas micro políticas (as nossas, dos sapiens), é que confundimos educação com intromissão, abuso de intimidade e abuso de limites muito bem colocados, às vezes quase visíveis, não é mesmo?

Tem uma situação que exemplifica muito bem o que eu quero dizer. Visualizem…. o casal no carro ouvindo um som, aí o cara troca de rádio e começa a cantar a música (porque é uma das que ele gosta) ‘Bring on the dancing horses…’ aí a menina desliga o rádio. Aí ele olha prá ela, sorri, liga de novo, tipo, ‘foi uma brincadeirinha e ok’. E continua a cantar. Aí ela desliga de novo! E ele pergunta meio sem entender e meio sem querer iniciar uma briga com ela: ‘meu… porque você fez isso?’ E ela com aquela cara de meiga diz ‘Ah, lindo, só prá te encher mesmo’ e sorri. QUERIDA, se você sabe que isso me enche e se eu me encher vou ficar mau humorado e teremos que nos aguentar nesse carro por mais um tempo comigo PUTO da vida com você, porque você quer me encher? PORQUE? (eu sei que dei o exemplo para um homem, mas eu mesmo tive essa conversa com meu namorado outro dia, mas como eu sei que acontece com vocês homens também, eu quis ser democrática)

Entenda, não existe um jeito meigo de você me encher, você está me enchendo e ponto final!

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