postado por Kitty Messy

Vocês se conheceram na padaria. Ele comprando cigarro e você farelo de linhaça. Mundos tão diferentes, mas com uma compra em comum: o sonho. Vocês pediram um sonho para cada um. E seus olhares se cruzaram como num filme da Meg Ryan.

A partir desse dia não se desgrudaram mais. No caminho, descobriram que moravam no mesmo prédio. Que tudo! Depois de segurar a porta do elevador para você entrar, ele diz: no seu apê ou no meu? E aí, colega, já viu… Ah, só amor…

Mas aí, em meio aos beijos, abraços e promessas, vem aquela vontade de soltar pum (Sim, gente, pum! Todo mundo tem o seu) e você se segura toda para não dar vexame, claro. Afinal, mal se conhecem. Já pensou que mico se escapa?

Enfim, agora vocês já têm um bom tempo juntos. Até já se casaram com muitos mini sonhos de lembrancinha para os convidados. E novamente, bate aquela vontade de novo. O que fazer, o que fazer? Pelamordedeus, gente. Vão ao banheiro. Porque, sério, juro, não há intimidade que resista a uma cena dessas. Não é porque já estão juntos há 100 anos que te dá o direito de escancarar todas as portas das entranhas.

Vamos manter a magia do romance? Então fica estritamente proibido:

. Arrotar alto na frente do seu amor.
. Cantar sua música preferida com arrotos, muito menos. Não, não é engraçadinho, só se for para as suas amigas, tá?
. Contar sobre os campeonatos de pum com os primos na infância.
. Fazer xixi com a porta do banheiro aberta.
. Fazer número 2 então, nem pensar.
. Mostrar berebas em lugares estranhos para seu amor. Nem para as amigas, guarde para você.
. Ficar sem se depilar. Seu amor não se casou com a Monga, a mulher macaca.
. Apertar os pelos encravados depois da depilação e mostrar para ele.
. Andar de pijama velho o dia todo pela casa.
. Usar calcinha furada.

Desabafo: Acho que foi o post mais eca que já escrevi! Sorry. :S

postado por Lisa Lips

Água e azeite de longe não se misturam.

Há pessoas que tendem a um relacionamento fadado ao insussesso, anos a fio arrastam-se a uma luta que já deveria ter terminado a muito tempo. Mas eu amo ele e ele me ama.

Por mais que haja amor, a principal fagulha que mantém um relacionamento é o sexo. Sem o sexo, não há casal. Se há o amor, então são 2 amigos ou irmãos. O sexo é a essência do casal, claro que não o essencial, mas se ele não existe, como definir a relação?

Há casais incompatíveis, onde o sexo é estonteante. Quando se tocam, pegam fogo, mas quando convivem é um estrondo. Rimas ou não, é verdade.

A Atração física ou seja, química, é o que inicia a união. Sem deixar de lembrar os namoros iniciados via internet, que são curiosos. Eu mesma me casei com uma pessoa que conheci através do orkut. Me atrai pela mente, coisa curiosa essa.

Enfim, claro que a pele é o indício de que a compatibilidade pode ser perfeita. Tudo flui de forma a manter a união.

Mas cmo manter um relacionamento onde a paixão nunca termina? Sim a paixão, aquela que nos desorienta, nos dá um nó no estômago e nos faz levitar? Acho que é o sonho de todo casal ter uma relação assim.

A relação se desgasta com o tempo, com a chegada dos filhos, com a rotina. Qual é o segredo para que o desgaste não corroa a paixão?

Não há segredos, na verdade há evolução. Sim, mudamos com o tempo, mas não nos desligamos do outro. Ficamos atentos as nossas atitudes, para que não afetem o outro. Cedemos e eles cedem também, de comum acordo. Mudamos juntos e não nos perdemos no fim. Andamos colados e experimentamos coisas novas também, porque não?

Somos amigos em primeiro lugar então compreendemos e não tomamos como nosso. Liberdade é essencial.

Mas falando de incompatibilidades, o que realmente não entendo é como casais que diferem totalmente entre si, permanecem numa relação totalmente tumultuada. As mulheres reclamam de seus namorados/maridos e eles também fazem o mesmo.

As diferenças grotescas tendem ao fracasso. Os defeitos de cada um podem ser contornados com tempo e paciência, desde que cada um assuma a responsabilidade de mudar a si mesmo e em prol da relação. Mas você não é obrigado a mudar só para estar com o outro. Faça-o por querer de verdade.

A parte sexual da relação é a que mais intimida a durabilidade. Ele ou ela gostam de sexo na madrugada. Um sempre sai perdendo por conta do relógio biológico do outro. Se nada for feito, o que se sente lesado acabará não tendo prazer nenhum em continuar a relação.

O mesmo acontece com a “quantidade” de vezes. Ele gosta de sexo diário. Ela gosta de sexo 1 vez por semana. Obviamente que ele achará uma forma de ter sexo diário com outras. É óbvio que a relação não será saudável. Melhor achar alguém que tem o mesmo apetite sexual que você ou achar alguma outra solução.

Não espere que o outro demonstre o afeto da mesma forma que você. Ele ou ela nunca dizem ” eu te amo”, mas isso não significa que ele ou ela não te amem. Cada um se expressa da forma que sabe, então cabe a nós entender isso ou saber lidar com isso. Senão a relação vira um eterno “você me ama?”

O estresse é o inimigo do apetite sexual. É bom deixar claro que muitas vezes não estamos no clima e portanto é preciso saber explicar e procurar ajuda. É importante estarmos sempre atentos. Se vemos que nosso parceiro ou parceira não vai bem, a compreensão deverá estar na ativa.

Outra atitude que põe tudo a perder é a da vingança. Ele saiu com os amigos? Eu vou sair com as amigas ou farei greve de sexo. Ele quis assim, então toma. Estamos sempre alertas para as atitudes que os outros tomam e que realmente não são importantes. Isso aocntece de tal forma, que acabamos tentendo a infantilidade. Ter uma atitude vingativa diante destas atitudes dos outros não traz nada, não nos leva a nada e nem a lugar algum. Ninguém entende isso. O ser humano é um banco de dados do ressentimento.

Acumulamos essas coisas negativas dentro da nossa cabecinha de ovo e num dado momento, despejamos tudo em cima do outro. É a primeira coisa que fazemos quando uma discussão é iniciada…E por fim, é o fim.

Isso é coisa de banana. Bananas fazem isso… Elas começam a aprodrecer. Então não guarde os podres sem sentido dentro de você. Liberte-se desse egoísmo e tenha uma relação de verdade.

Nunca se sinta velho demais ou jovem demais. Uma relação nunca envelhece.Ele é jovem demais ou ela jovem demais? Isso não existe. Uma pessoa pode ter 50 anos e ser uma criança. A idade em si não nos diz nada, o que de fato importa nem é a experiência em si, mas como a compatibilidade flui. Um cara de 20 anos e uma mulher de 40 podem se dar bem sim, porque não?

Outro fato realmente importante, é que nada é para sempre. Até que a morte os separe, mas a morte da compatibilidade. Se vivermos para o futuro, deixamos de viver, porque o tempo é aqui e agora.

Uma relação é contruída por 2 pessoas, então não vamos ficar dizendo para o outro que ele tem que mudar.
Na maioria das vezes, somos nós que devemos dar o priemiro passo, a começar pelas nossas atitudes e palavras ofensivas toda vez que somos contrariados. Pra isso acontecer, basta caminhar.

Não há regras ou segredos, só a realidade. Não há filmes de amor ou novelas mexicanas que nos dão aula, mas a realidade. Não há regras nem amor-perfeito, só nas flores. Uma relação é construída por recomeços,
aprendizado, amizade e muito sexo. Maior intimidade do que o sexo? Entregue-se e verás o quão podes crescer.

Só depois do casamento? Vá benne! Casa-se primeiro, para depois saber se serás feliz. A sua religião não permite? O que se pode fazer? Cada um cada um.

Esse não é um texto estilo faça amor, não faça guerra e nem quero que todo mundo saia por ai fazendo o que não deve, mas que todo mundo consiga ter uma relação saudável, que faça bem para a mente e consequentemente para o corpo.

texto baseado no artigo Aprenda sobre incompatibilidade nos relacionamentos

Namoro virtual?

18.jul
2008
postado por Lisa Lips

Namoro virtual, sexo virtual, traição virtual… Esse mundo está mesmo perdido?

Não sei se o mundo está grande demais ou está difícil encontrar alguém dentro dele, só sei que de uma certa forma, acho bacana o fato de podermos conhecer pessoas do mundo todo, dentro dessa caixinha que é o PC.

Muitas pessoas que eu conheço, até se casaram com pessoas que se conheceram através de bate-papo ou comunidades de relacionamento. Sim e estão felizes! Encontraram pessoas bacanas. Já outras, vemos nos noticiários, pois conheceram pessoa não muito bacanas, aliás, houve mortes e agressões.

Manter um relacionamento virtual é como “o que os olhos não vêem o coração não sente”. Precisamos tocar, ver, abraçar…

Sexo virtual está mais para masturbação virtual do que sexo em si, pra mim sexo é tocar. Talvez para os meninos seja uma grande coisa, afinal, quando ainda não existia a internet, haviam as revistas masculinas e o banheiro. E para as meninas? Satisfaz?

Traição virtual é considerada traição? Esses dias navegando na internet, achei uma página de uma agência de investigação. Pois é, como eles descobrem a traição virtual? Eles investigam se a pessoa mantém contas de email, enfim, vasculham o PC da criatura em busca de mensagens. Que horror! A que ponto chega o ser humano.

Parece inofensivo manter relacionamentos virtuais e ao mesmo tempo, facilita a mentira. É tão fácil mentir e manter um perfil fake. Não estamos vendo a pessoa e a pessoa não nos vê. Não sabemos o que há do outro lado, sabemos só o que a pessoa nos escreve. Como saber se a pessoa mente sobre si? Se temos um pouquinho de lógica, podemos descobrir as conversas mais simples, tipo, o “mesmo papinho de sempre”. Em algum momento, a mentira cai por água abaixo.

“Uma mulher casada, infeliz com seu casamento, começa a usar programas de mensagens em busca de conversa. O marido não fala, chega em casa cansado, janta e dorme. Ela passa os dias sozinha, sem ter com quem conversar. A culpa não é do marido. Ela não trabalha fora, não tem atividades fora de casa, então sua mente pira. Ela começa a receber mensagens de homens. Um dia ela responde. Esse foi o seu fim. Ela envia uma foto e o homem começa a elogiar sua beleza e inicia-se a paquera. Ela a muito tempo sem sentir aquela paixão, é tomada por impulsos. Ela se encontra finalmente com o homem num motel. Com o primeiro, com o segundo, com o terceiro. Paixão, paixão. Fogo. Ela se encontra com um homem num shopping. Ela vai embora, desce até a garagem. O homem a segue. Outro homem aparece logo atrás. Os doia dominam a mulher e a possuem. Depois do serviço feito, eles batem nela, chutam seu rosto. Ela está desfigurada. O fogo se tornou dor. Ela perdeu não só sua vida, marido e filhos. Ela perdeu sua dignidade.”

Nem tudo são flores.

postado por Lisa Lips

O que você aguentaria por amor?

Domingo passado, assistindo tv, peguei uma matéria no Fantástico, meio que pela metade, sobre mulheres convivendo com homens que praticamente as tratam como lixo. Aliás é o assunto de uma novela, que eu não assisto, mas faço bem idéia do que se trata e já vi casos semelhantes a minha volta.

O marido ou até namorado, tratando a mulher como idiota, burra, enfim lixo. Alguém que esteja com a auto-estima tão baixa assim, precisa realmente conviver com alguém que a faz sentir-se pior? É uma relação de poder e escravidão, onde a mulher simplesmente vive como que num estado letárgico. Ela acredita que o cara a ame, se engana e continua a conviver com ele.

Isso também acontece com os homens, por já vivenciei certas situações, onde ele simplesmente oferece o mundo para estar ao lado da mulher amada.

Dai eu me pergunto o que acontece? Não culpo o cara ou a mulher que tratam mal seus “amados” pois a culpa também é da pessoa que deixa se levar. Aliás, nem é bom falar em culpa, eu odeio essa palavra, parece uma faca cravada no peito.

Será que conviver com alguém que nunca te diz uma palavra de afeto, nunca te estimula, nunca te acha bonita, é amor? Se a pessoa que está ao seu lado, é tão desprezível, porque não cai fora? Medo de achar algo pior? Sensação de poder? Jeito de manter a pessoa ao seu lado, afinal, ela ou ele devem ter seu charme e podem achar um ricardão ou ricardona por ai. Então você coloca ela pra baixo, pra ela pensar que não tem qualidades?

Tolerância é essencial numa relação, pois cada indivíduo deste planeta, tem defeitos. Nós temos os nossos limites de individualidade, como já falei várias vezes. Qual o limite de cada um dentro de uma relação?

Além dos limites, o que faz uma pessoa se ligar a outra e se submeter a torturas verbais e muitas vezes físicas também? Que amor é esse que você entrega toda a sua individualidade para um ser que não tem idéia do valor que você tem?

Ninguém em sã consciência, se doa assim. Você tem qualidades necessárias para o todo existir. Sem você, o todo desequilibra, então, não se anule. NInguém merece que você se doe deste jeito. Ele ou ela vão te amar pelo que você é. Se você se anular, como vão te amar? Aliás, Você precisa se amar primeiro, não?

Já vi esta cena, um casal, com 30 e tantos anos de casados. A mulher com 4 filhos, trabalhando numa casa imensa, acordando as 6 da manhã para varrer a calçada, fazer o café e acordar todo mundo. Sem empregada, tendo que fazer todo o serviço doméstico, para depois receber “patadas verbais” do marido, que chega em casa na hora do almoço, querendo sua comidinha pronta no prato. Ele come como um animal, sai da mesa e nem leva o prato para a pia. Se ela serve lasanha, ele reclama, cadê a salada, o arroz, a carne? Então ela trabalha em regime de restaurante estilo bufê. E a sobremesa? todos os dias ela deve fazer um doce. Não serve bombom ou goiabada com queijo, precisa ser pudim, mousse e o diabo a quatro. Ela fez só o primário, então tem pouca cultura. É sábia de vivência, mas acha que a África é uma capital. Então ele zomba dela. Nós todos zombamos, pois ela é burra. Ela não merece, pois casou-se cedo, teve um filho atrás do outro, uma gravidez difícil. Não teve tempo para estudar. Tudo bem não é desculpa, mA quanta gente por ai tem uma vida desgraçada? Zombar faz parte da nossa inteligência, afinal somos superiores? Quem disse? Sabedoria não é sinônimo de cultura, mas de vivência. Ela criou os 4 filhos e hoje eles são seres humanos muito bacanas.

A inteligência nos dá a razão, mas a paixão é capaz de anular completamente esta razão. Um ser apaixonado é capaz de tudo. Só inteligência não é o suficiente. Eu digo que tudo é uma questão de caráter. Aquela pessoa firme, dona de si, que conhece seus limites, mesmo que não tenha cultura, jamais se deixaria levar por uma situação de escravidão. Primeiro ela vive com ela mesma, ela é sua melhor amiga ou melhor amigo. Depois vamos conviver com outra pessoa e eu ressalto “conviver”. Se sabíamos viver antes sem essa pessoa, podemos viver sem ela, caso a “convivência” faça mal.

Por Água Abaixo

15.jun
2008
postado por Lisa Lips

Relacionamentos sempre acabam esquentando algumas vezes. Uma vez percebi que essas brigas sempre tem algo de cobrança: Porque você não me avisou, eu faço tudo por você, eu fiz isso, você não fez aquilo e por ai vai. Essa caracerística do ser humano é meio que engraçada e eu fico imaginando os porquês.

Ciúmes também parece mais uma cobrança também, tipo você é meu e ponto, então o tempo todo não podemos nem sequer olhar para o lado, que já estamos sendo cobrados pelo fato de termos os olhos somente para o cobrador.

O Ex dela era assim. Um dia chegou em casa e reclamou que ela não havia trocado o papel toalha do suporte, saca aqueles suportes dependurados na parede? Ele esbravejou, dizendo que sempre “ele” tinha que trocar aquilo. Ela respondeu: Olha, eu limpo o chão que você pisa,limpo a privada e passo suas camisas engomadinhas. Nesse meio tempo eu posso ter esquecido de trocar o papel toalha do suporte, não? Ele calou-se, foi lá e trocou o papel toalha.

Depois desse acontecido ela pensou: Fico em casa o dia todo. Ele sai para trabalhar. Será que ele pensa que fico em casa sem fazer absolutamente nada? Ai ela pensou: Não tenho nem o direito de cobrar o que ele pensa. Mas ele me cobrou uma atitude tão insignificante devia ter me calado, ido lá e trocado o papel toalha, sem sequer dar uma palavra. Mas ai ele não ia saber o motivo pelo qual eu não havia trocado. Tá tudo bem, não temos que ficar justificando as coisas, por que justificar é a resposta a uma cobrança, ou não?

O fato é que o casamento dela já estava indo por água a baixo e ele só estava esbravejando como um “sintoma” disso tudo. A partir dai ele sempre a cobrava, afinal, ele lhe dava tudo e ela tinha que deixar a casa maravilhosa para ele. Ele chegaria do trabalho todos os dias, tudo perfeito, comida gostosa na mesa.

Em 13 anos de casamento, a única coisa que realmente faltou, foi tempo pra dialogar. Na cabeça dela fervilhavam pensamentos. O que eu estou fazendo aqui?

Todo mundo achou o fim ela querer se separar, pois ele dava “tudo” a ela. Tá será que ela é a mulher perfeita, aquela com a barriga no fogão, no estilo cama, mesa e banho? Sabemos que há vários tipos
de mulheres. Existem as que gostam de cuidar da casa. Existem as que não sabem nem sequer fritar um ovo. Em qual estilo ela se encaixava? Ela demorou 13 anos para perceber.

Ela trabalhou a vida toda, desde criança, sempre gostou de fazer arte. Aos 15 anos fazia bijouterias e vendia muito bem. Ela precisava então, fazer algo da sua vida. Ela queria trabalhar. Mas a resposta dele sempre foi: prá que? Eu te dou tudo, você não precisa trabalhar. E ela sempre se sentindo unútil.

O casamento dela acabou, não porque mulher é complicada. Talvez ela quisesse ter uma vida também, ter suas coisas e seus amigos. Ela descobriu a si mesma e queria poder não ter que viver só para ele, mas para ela também. Não queria mais ganhar tudo de mão beijada, queria lutar, se enforçar, usar sua inteligência e conquistar o seu próprio espaço.

As mulheres são as maiores cobradoras do mundo. Parecem estar sempre carentes. Os homens parecem ser mais livres e auto-suficientes. Ela era diferente neste ponto, pois ela descobriu que queria ser livre.

Numa relação, é preciso ceder às vezes, mas não a ponto de acabar com sua própria individualidade. Ela foi feliz, mas ao mesmo tempo, foi morrendo. Ela o fez sofrer por sua confusão e inanimação. o erro dela, foi não enxergar quem ela era. Se ela soubesse antes, não teria se casado. Ela achou que seria feliz para sempre. Ela arranjou um pai. Os dois não souberam levar a relação adiante. Na verdade não há que se culpar por erros, pois erramos o tempo todo. Através dos erros é que temos oportunidade de encontrar os acertos.

Foi tudo por água abaixo. E o amor? O amor ainda não existe neste mundo. Amor que acaba, não é amor. Se houvesse amor, ele ainda falaria com ela, mas ele desapareceu, ficou com raiva dela. O altar era alto demais, quando ruiu, a queda foi feia e para isto, parece não existir perdão. O Amor perdoa. Então não era mesmo amor. Triste fim? Quem sabe?

Ela sabe que errou, sabe onde e porque. Não sente culpa como sentia no começo, afinal ela sempre foi muito mimada e geniosa. Hoje ela amadureceu, pois percebeu tudo isso. Ele lhe dava tudo e ela exigia mais. Mulheres mimadas são um perigo para os homens. São mandonas e brigam por tudo. Então ela devia cobrar muito dele. Foi o que ela percebeu no final, mas já era tarde.

Cobrar dentro de uma relação é uma merda. Só não cobramos de nós mesmos. Porque não? Cobrar para sermos mais humildes, mais fortes, para acertar mais vezes, para melhorar o nosso humor, cobrar pelo regime, pelo parar de beber ou fumar. Cobrar dos outros é mais fácil, exige menos esforço e parece nos fazer mais poderosos. Cobramos dos amigos, sempre indagando por que eles não telefonam. Cobramos do pai e da mãe, cobramos até do passado. Somos nós os fazedores da nossa própria existência.

Duas pessoas, tempo errado. Como saber quando é o tempo certo pra se estar com alguém? Acho que é qaundo as coias fluem mais devagar, quando as mentes se encaixam e quando não precisamso cobrar nada do outro. Ela fez poruqe é o jieto dele fazer e ai a gente percebe que existe uma espécie de sexto sentido, pois ele sabe das coisas, sem você precisar falar nada. Ela não cobra masi como fazia. Ainda é um tanto mimada, mas já consegue andar meio que sozinha. Ela se casou novamente com alguém parecido com ela. Está evoluindo na relação e fazendo as coisas que gosta de fazer. Um final feliz? Não existem finais e nem existe o para sempre. Contos de fada só existem nos filmes. Nada é para sempre.

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