postado por Lisa Lips

Água e azeite de longe não se misturam.

Há pessoas que tendem a um relacionamento fadado ao insussesso, anos a fio arrastam-se a uma luta que já deveria ter terminado a muito tempo. Mas eu amo ele e ele me ama.

Por mais que haja amor, a principal fagulha que mantém um relacionamento é o sexo. Sem o sexo, não há casal. Se há o amor, então são 2 amigos ou irmãos. O sexo é a essência do casal, claro que não o essencial, mas se ele não existe, como definir a relação?

Há casais incompatíveis, onde o sexo é estonteante. Quando se tocam, pegam fogo, mas quando convivem é um estrondo. Rimas ou não, é verdade.

A Atração física ou seja, química, é o que inicia a união. Sem deixar de lembrar os namoros iniciados via internet, que são curiosos. Eu mesma me casei com uma pessoa que conheci através do orkut. Me atrai pela mente, coisa curiosa essa.

Enfim, claro que a pele é o indício de que a compatibilidade pode ser perfeita. Tudo flui de forma a manter a união.

Mas cmo manter um relacionamento onde a paixão nunca termina? Sim a paixão, aquela que nos desorienta, nos dá um nó no estômago e nos faz levitar? Acho que é o sonho de todo casal ter uma relação assim.

A relação se desgasta com o tempo, com a chegada dos filhos, com a rotina. Qual é o segredo para que o desgaste não corroa a paixão?

Não há segredos, na verdade há evolução. Sim, mudamos com o tempo, mas não nos desligamos do outro. Ficamos atentos as nossas atitudes, para que não afetem o outro. Cedemos e eles cedem também, de comum acordo. Mudamos juntos e não nos perdemos no fim. Andamos colados e experimentamos coisas novas também, porque não?

Somos amigos em primeiro lugar então compreendemos e não tomamos como nosso. Liberdade é essencial.

Mas falando de incompatibilidades, o que realmente não entendo é como casais que diferem totalmente entre si, permanecem numa relação totalmente tumultuada. As mulheres reclamam de seus namorados/maridos e eles também fazem o mesmo.

As diferenças grotescas tendem ao fracasso. Os defeitos de cada um podem ser contornados com tempo e paciência, desde que cada um assuma a responsabilidade de mudar a si mesmo e em prol da relação. Mas você não é obrigado a mudar só para estar com o outro. Faça-o por querer de verdade.

A parte sexual da relação é a que mais intimida a durabilidade. Ele ou ela gostam de sexo na madrugada. Um sempre sai perdendo por conta do relógio biológico do outro. Se nada for feito, o que se sente lesado acabará não tendo prazer nenhum em continuar a relação.

O mesmo acontece com a “quantidade” de vezes. Ele gosta de sexo diário. Ela gosta de sexo 1 vez por semana. Obviamente que ele achará uma forma de ter sexo diário com outras. É óbvio que a relação não será saudável. Melhor achar alguém que tem o mesmo apetite sexual que você ou achar alguma outra solução.

Não espere que o outro demonstre o afeto da mesma forma que você. Ele ou ela nunca dizem ” eu te amo”, mas isso não significa que ele ou ela não te amem. Cada um se expressa da forma que sabe, então cabe a nós entender isso ou saber lidar com isso. Senão a relação vira um eterno “você me ama?”

O estresse é o inimigo do apetite sexual. É bom deixar claro que muitas vezes não estamos no clima e portanto é preciso saber explicar e procurar ajuda. É importante estarmos sempre atentos. Se vemos que nosso parceiro ou parceira não vai bem, a compreensão deverá estar na ativa.

Outra atitude que põe tudo a perder é a da vingança. Ele saiu com os amigos? Eu vou sair com as amigas ou farei greve de sexo. Ele quis assim, então toma. Estamos sempre alertas para as atitudes que os outros tomam e que realmente não são importantes. Isso aocntece de tal forma, que acabamos tentendo a infantilidade. Ter uma atitude vingativa diante destas atitudes dos outros não traz nada, não nos leva a nada e nem a lugar algum. Ninguém entende isso. O ser humano é um banco de dados do ressentimento.

Acumulamos essas coisas negativas dentro da nossa cabecinha de ovo e num dado momento, despejamos tudo em cima do outro. É a primeira coisa que fazemos quando uma discussão é iniciada…E por fim, é o fim.

Isso é coisa de banana. Bananas fazem isso… Elas começam a aprodrecer. Então não guarde os podres sem sentido dentro de você. Liberte-se desse egoísmo e tenha uma relação de verdade.

Nunca se sinta velho demais ou jovem demais. Uma relação nunca envelhece.Ele é jovem demais ou ela jovem demais? Isso não existe. Uma pessoa pode ter 50 anos e ser uma criança. A idade em si não nos diz nada, o que de fato importa nem é a experiência em si, mas como a compatibilidade flui. Um cara de 20 anos e uma mulher de 40 podem se dar bem sim, porque não?

Outro fato realmente importante, é que nada é para sempre. Até que a morte os separe, mas a morte da compatibilidade. Se vivermos para o futuro, deixamos de viver, porque o tempo é aqui e agora.

Uma relação é contruída por 2 pessoas, então não vamos ficar dizendo para o outro que ele tem que mudar.
Na maioria das vezes, somos nós que devemos dar o priemiro passo, a começar pelas nossas atitudes e palavras ofensivas toda vez que somos contrariados. Pra isso acontecer, basta caminhar.

Não há regras ou segredos, só a realidade. Não há filmes de amor ou novelas mexicanas que nos dão aula, mas a realidade. Não há regras nem amor-perfeito, só nas flores. Uma relação é construída por recomeços,
aprendizado, amizade e muito sexo. Maior intimidade do que o sexo? Entregue-se e verás o quão podes crescer.

Só depois do casamento? Vá benne! Casa-se primeiro, para depois saber se serás feliz. A sua religião não permite? O que se pode fazer? Cada um cada um.

Esse não é um texto estilo faça amor, não faça guerra e nem quero que todo mundo saia por ai fazendo o que não deve, mas que todo mundo consiga ter uma relação saudável, que faça bem para a mente e consequentemente para o corpo.

texto baseado no artigo Aprenda sobre incompatibilidade nos relacionamentos

postado por Lisa Lips

Resolvi fazer uma referência a um artigo do site Ato ou Efeito, o site mais quente da galáxia, em primeiro lugar em homenagem a um colega chato e totalmente tanga. E em segundo lugar, por que o artigo é totalmente polêmico, tipo conversa de mulher no banheiro sacam?

Eu sei que temos preferências assim como os homens, mas raramente vejo casais conversando sobre como gostam do sexo. A mulher muitas vezes tem vergonha de falar e o homem acha, muitas vezes que tá mandando ver e não é bem assim.

As duas meninas que escreveram o artigo falam de uma forma bem legal e acho isso tão imporante. Muitas vezes vemos o sexo como algo sujo, casual, sofrido e é tão bom! Ainda mais se a gente diz: ó aqui é melhor do que ali. Isso não brocha ninguém, pelo contrário, isso é descobrir o sexo. Fazer dele algo muito melhor.

Não adianta os caras se satisfazerem com mulheres gostosas e nem as mulheres com caras saradões, se na hora de mandar bala, a coisa não flui. É preciso conhecer a parceira e o parceiro e conhecer seu próprio corpo.

Não é feio, não é pecaminoso. Pecado não existe, errar é humano e se sexo fosse realmente algo proibido, nasceríamos desse jeito? Perpetuar a espécia é o verdadeiro sentido do sexo? No creio. Creio que o sexo existe para nos ligarmos mais as pessoas. Pecado é mentir, roubar, matar… Pecado é deixar de viver…

Pois então, voltando ao artigo, vale a pena dar uma lida nele. Enfim, segue a sujestão até para os marmanjos de plantão. Conhecer o pensamento dessa mulhereda não é tarefa fácil, mas aqui e ali, tiramos algumas conclusões. =0)

Chumbo mata! OLOLCO!

postado por Lina Love

Todo mundo já escreveu uma carta para alguém por quem estava apaixonado(a) ou para o(a) namorado(a), ou para um amor escondido, ou para um amor acabado, ou para algum amor inacabado, ou saudoso, ou mal resolvido.
Um dos conselhos que eu tive nessa vida de melhor amiga foi: escreva, mesmo que não resolva nada, escreva porque você vai se sentir melhor. Comigo não funcionou. Não funcionou e ainda me deixou com cara de tacho diante do ser a quem foi dada a carta.
Eu não sei se isso saiu de moda, mas quando eu tinha uns 16/18 anos, eu escrevia cartas para todos, eu reclamava, eu dizia tudo o que eu sentia e nem por isso o fulano se interessou mais por mim. Na verdade hoje me sinto um pouco patética por ter insistido em deixar claro meus sentimentos seja lá prá quem fosse. Se o fulano estivesse definitivamente afim de mim, ele teria curiosidade por isso. As notícias chegavam fresquinhas prá ele, sem ele nem mesmo precisar sair de casa ou pegar no telefone. Dessa maneira, eu me tornava pouco interessante e me guardava de ter que ser ignorada.
Explico. Quando você deixa o tempo agir, as respostas podem ser muitas, mas se você nem sequer espera, não tem a surpresa que gostaria e não tem a frustração com a qual acaba tendo que lidar em uma investida negativa (O que te faz crescer muito e entender melhor como funcionam os relacionamentos).
A uns anos atrás, após um casamento acabado e muita dor no coração, passei um tempo saindo por aí atrás de grandes aventuras. Quando você se enche de coragem e sai correndo sem rumo, o que geralmente acontece é que você não olha para os lados, esquece as sutilezas e não percebe os pormenores.
Entre essas correrias, é claro que eu não estava sozinha, eu tinha amigas passando por situações parecidas e nós nos dávamos aquele super crédito por ter saído com um gatinho da balada e ter passado uma noite com ele, o que acabava por segurar aquela onda triste do fim de semana sozinha.
Uma das grandes amigas, que estava tão ou mais perdida do que eu, depois de muita dor de cabeça, muitos beijos e corpos expostos, resolveu que não se daria por contente com esses homens que ‘vem na minha casa, tem uma tarde e noite incríveis comigo e não me procuram nunca mais, o que eles pensam que eu sou?’ eles pensam que você é essa confusão ambulante que não sabe prá que lado quer ir. Eu mesma não tinha essa clareza, claro.
Enfim, minha amiga escreveu uma carta de 27 páginas. Sim, 27 páginas, tudo bem, espaçamento duplo e fonte tamanho 14, mas vá lá… e mandou para 6 caras diferentes. A mesma carta, 6 caras diferentes.
‘O que eles pensam de mim?’ Eles vêem, minha querida, que para você não importa o nome, todos eles cabem nesse seu estereótipo equivocado de homem que você morre de medo de ter que enfrentar.

E assim eu hoje morro de medo de escrever uma carta de amor. Eu morro de medo de expor as coisas que sinto àqueles que são muito próximos. E sigo tentando me entender.

postado por Nick Nicks

Vou resumir minha Páscoa para vocês: No Eggs. Passei os 3 dias do feriado em casa de molho - inclusive no domingo do fatídico almoço-trava-bucho - por causa de um tratamento ortopédico chato que me impede de caminhar e dirigir. Não ganhei chocolate, mas a boa notícia é que andei pesquisando coelhos por aí e encontrei uma coisa legal.

Bom, pra ser bem sincera, nem foi por conta da Páscoa que eu resolvi pesquisar coelhos. É que outro dia, querendo elogiar meu namorado e fazer o cara se sentir o máximo dos machos, chamei ele de “coelhinho”.   Só que, ao contrário do que eu queria, ele ficou PUTO. É, puto da vida. Porque pra ele coelho “trepa rápido demais” e isso não é boa fama para nenhum homem que se preze.

Bom, acontece que pra mim os coelhos sempre tiveram fama de “comedores”. E na tentativa de provar que não sou só eu quem pensa assim, achei o vídeo de uma banda chamada MAU (Man and Unable).  A música chama Prick I am e a letra diz o seguinte: ”I wanna do it like this. I wanna do it like that. I wanna do it over here. I wanna do it over there. Cause I love you. Or maybe I just wanna fuck you.”

Então, essa vai para todo mundo que quiser ouvir um som legal, dar umas risadas (porque o vídeo é ótimo) e para o meu namorado que não entendeu a tentativa de fazer ele se sentir o máximo. :]

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