postado por Nick Nicks

Tenho uma relação muito particular com os supermercados. Às vezes amo, às vezes odeio.

Nos dias em que o amo, percorro feliz todas as gôndolas e ainda levo, pelo caminho, o folheto de promoções. Nos dias em que o odeio, chuto as prateleiras e quebro tudo. Brincadeira. Mas é quase isso.

Para esses dias odiáveis, quem me salva de passar horas torturantes dentro do supermercado é a lista de compras. Ela me faz ir direto ao ponto, sem rodeios. Vou, pego, pago e saio.

Em casa tenho uma lousinha na cozinha. Além de recados, anoto o que vai faltando em casa. Acho mais fácil do que anotar no papel, porque vou anotando de acordo com a “faltância”. E quando vou ao mercado, passo para o papel separando os produtos em categorias. Assim, seguindo a ordem da lista, só passo por um corredor uma única vez.

Pensa só. Se a sua lista está assim: Desinfetante, queijo, xampu, presunto, hidratante, detergente, vai ser a maior corrida entre as prateleiras. Primeiro você corre até a ala de produtos de limpeza, depois vai até laticínios e frios, depois em produtos de higiene corporal, depois volta para laticínios e frios, corre de volta para higiene pessoal e finaliza em produtos de limpeza. Isso porque nossa lista aqui é pequena. Imagina só uma compra do mês.

Outra coisa inteligente a se fazer é começar pelos produtos maiores, que podem ir embaixo do carrinho e deixar as mais leves e itens de geladeira por último.

Ah, e muito importante: Não vá com sede ao pote. Se você for de barriga vazia ao mercado, o risco de sair com 30 quilos de guloseimas é muito maior, mesmo com a sua lista em mãos. E aí, bye bye dieta e dinheiro.

Outra coisa: Moras sozinho? Porções individuais não causam desperdícios. Faça compras semanais para nenhum produto passar da validade.

postado por Lisa Lips

Para quem viu o filme “O dia em que a terra parou” deve lembrar daqueles insetinhos vorazes. Pois bem, apelidei o macarrão com o nome do filme, por um único motivo: carunchos

Domingo (ontem) fui preparar o macarrão de domingo e qual não foi minha suspresa na hora de jogar o dito na água fervente: muitos carunchos boiavam sobre a água.

Mas de onde vem estes insetinhos ridículos que estragam nossa comida?

Obviamente compramos um alimento no supermercado, onde na embalagem está escrito “EMBALADO A VÁCUO”. Pode acontecer de no momento de embalar grãos ou trigo, vir algum filhotinho de carucho sim, dependendo do fabricante. Mas como estes bichinhos entram nas embalagens de marcas famosas, cuja idoneidade é indiscuível? Como eles entram nas ditas embalagens a vácuo?

A resposta é simples: culpa do cara que faz as pilhas e arrurma as prateleiras do supermercado.

Ah esse filho de égua parideira fura todos os sacos, para que as pilhas de arroz, feijão, macarrão, açucar e o escambau, possam permanecer retinhas.

Ah nem sempre é culpa do fabricante coitado, que apesar do seu nome a zelar, tenta de todas as formas nos oferecer produtos de extrema qualidade, a qual está fadada ao insucesso por conta de um réles fazedor de pilhas.

A muito tenho raiva de comprar açúcar furado. Aquele açúcar que mais aprece um torrão duro de tanta humidade que já penetrou na “embalagem a vácuo”.

Agora me digam! A quem devemos recorrer?

Na maioria das vezes, o próprio dono ou gerente é o mandante do fura-fura.

E a validade do alimento? Está lá, válido por x dias depois de aberto. Vou saber o dia em que empilhador furou o saco do macarrão?

Ai estão os ditos carunchos, que mais parecem os insetinhos do filme:

Carunchos no milho

Quero deixar aqui meu protesto contra os furadores de sacos dos supermercados: Tenham dó! Olhem bem o que trazemos para as nossas casas? Carunchos furam madeira, feijão e o diabo-a-quatro, são pragas como cupins! Quero orégano e manjericão no meu macarrão e não insetos!

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